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Parque de Vila Velha estará aberto todos os dias nas férias

Alô Paraná

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O Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa, estará com horário especial para as férias de julho. A partir desta sexta-feira (5) até o dia 28 de julho, os turistas poderão visitar o parque todos os dias, das 8h30min às 15h30min, pagando valor único de R$ 28 por pessoa. Nas terças-feiras o local continuará fechado para manutenção.

“Julho é um período que recebemos muitos visitantes e, por isso, fizemos um esforço com a nossa equipe e parceiros para trabalhar de maneira que possamos atender toda a demanda, ampliando os dias de visitação”, diz o gerente do parque, Juarez Baskoski.

A Unidade de Conservação é uma opção de lazer para o público que deseja contemplar a natureza e curtir aventuras diferenciadas. O passeio inclui os Arenitos, no valor de R$ 10 reais, as Furnas e a Lagoa Dourada, R$ 8 reais, e taxa do guia por R$ 10 reais, somando R$ 28 reais o passeio completo.

Furnas e Lagoa Dourada possuem lotação máxima para cada horário, sendo: 9h30, 11h, 13h30 e 15h30.

Os passeios são promovidos pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) em conjunto com guias e condutores de ecoturismo.

Grupos maiores que 15 pessoas deverão agendar o passeio com 10 dias de antecedência pelo e-mail: pevilavelha@iap.pr.gov.br.

PASSEIOS ESPECIAIS – Neste mês de julho também tem a opção dos passeios especiais. Começam com a Caminhada Noturna da Lua Nova nesta sexta (5) e se estendem durante todo o mês. Outras atrações são a Caminhada Noturna da Lua Cheia, a Trilha da Fortaleza e Cicloturismo.

Esses passeios precisam ser previamente agendados e podem ser cancelados se o clima não estiver favorável ou se não houver o número mínimo de inscritos (25 pessoas). Nesses casos, os participantes são comunicados por telefone com até três horas de antecedência.

A idade mínima para as Caminhadas Noturnas é de 10 anos e 14 anos para a Trilha da Fortaleza e Cicloturismo.

PARQUE – O Parque Estadual de Vila Velha foi criado em 1953 para preservar as formações de arenito e os campos nativos do Paraná. Tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Estadual, tem mais de três mil hectares e diversas atrações, entre elas os Arenitos, Furnas e a Lagoa Dourada.

Entre a fauna presente no parque, já foram encontradas muitas espécies endêmicas e ameaçada de extinção, como o lobo-guará, bugio-ruivo, tamanduá-bandeira, jaguatirica e aves como a águia-cinzenta, papagaio-de-peito-roxo, galito, caminheiro-grande e noivinha-de-rabo-preto.

SERVIÇO: Parque Estadual de Vila Velha

Localização: BR-376 (km 515) – Ponta Grossa – Paraná.

Horário de atendimento: de quarta a segunda-feira, das 8h30 às 15h30.

Ingressos: R$ 10 para Arenitos, R$ 8 para Lagoa Dourada e Furnas, e R$ 10 para o guia.

Passeios especiais:

Agendamento Caminhadas Noturnas: A inscrição devem ser feita neste link

Agendamento Trilha da Fortaleza e Cicloturismo: devem ser agendamentos pelo telefone (42) 99955-3503 ou pelo e-mail agendamento.trilhas.pevv@gmail.com.

As vagas são limitadas.

CAMINHADA NOTURNA DA LUA NOVA

Data: 5 e 6 (sexta-feira e sábado)

Horário: 18h às 22h

Custo: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

CAMINHADA NOTURNA DA LUA CHEIA

Datas: 19 e 20 (sexta-feira e sábado)

Horário: 18h às 22h

Custo: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)

TRILHA DA FORTALEZA

Data: 13 (sábado)

Horário: 8h30 às 15h

Custo: R$ 40

CICLOTURISMO

Data: 27 (sábado)

Horário: 9h às 13h

Custo: R$ 30

Meia-entrada para estudantes brasileiros mediante apresentação de carteirinha, funcionário público, doadores de sangue e moradores de Ponta Grossa com apresentação de comprovante de residência. Menores de 6 anos e acima de 60 não pagam.

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Parque do Guartelá é uma boa opção para aventureiros

Alô Paraná

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Localizado no município de Tibagi, a 200 km de Curitiba, o Parque Estadual do Guartelá abrange uma área de 798,97 hectares em meio à vegetação nativa, quedas d’água, corredeiras, formações areníticas, vales, inscrições rupestres de aproximadamente sete mil anos.

Administrado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), é cortado pelo Rio Iapó, onde está localizado o Cânion Guartelá – 6º maior do mundo em extensão e o único com vegetação nativa.

“O Parque de Guartelá leva o seu nome em função da crença de que tesouros eram guardados nas paredes do Cânion”, diz o diretor de Gestão do Patrimônio Natural do Instituto Água e Terra, Aristides Athayde. “Guarda-te-lá diziam os antigos moradores e esses tesouros ficavam assim, protegidos pelas imensas paredes de pedra, que ainda hoje enfeitam a região”, afirma.

ATRATIVOS – A grande atração é o Cânion e as duas trilhas que cortam o parque – a Trilha Básica e a Trilha das Pinturas Rupestres.

A Trilha Básica, de aproximadamente 5 mil metros de extensão (ida e volta), dá acesso às piscinas naturais do Arroio Pedregulho, onde é permitido banho, e também pode-se chegar ao mirante do cânion e a cachoeira Ponte de Pedra. Para percorrer essa trilha o horário limite do início da caminhada é 16h, e não é necessária a contratação de guias.

Já a trilha das Pinturas Rupestres é feita com guia contratado pela própria pessoa, no centro de Tibagi. O passeio percorre aproximadamente 7.500 metros (ida e volta), e por ela também se chega às piscinas naturais, as pinturas rupestres de aproximadamente 7 mil anos, ao portal de rochas areníticas, além de vários mirantes naturais. Essa trilha não pode ser feita em dias chuvosos.

Para a preservação do local, o percurso da Trilha das Pinturas Rupestres é aberto para somente 40 visitantes por dia, sendo 20 no período da manhã, com início às 8h30 e 9h30, e mais 20 no período da tarde com início às 13h30 e 14h30. O percurso poder ser feito em grupo de, no máximo, 10 visitantes e um guia responsável.

INFRAESTRUTURA – O parque oferece um veículo de apoio para maiores de 60 anos, gestantes, crianças de colo com acompanhante, pessoas especiais ou com algum problema de saúde. Além de um centro de visitantes, de apoio e banheiros.

BIODIVERSIDADE – No local são preservadas algumas espécies ameaçadas de extinção, entre elas o tamanduá-bandeira, macaco-bugio, lobo-guará, irara, jaguatirica, gato-maracajá, lontra, mão-pelada, onça-parda, paca e cutia.

O visitante também poderá observar uma grande variedade de aves como urubu-rei, gavião-pombo-grande, papagaio-verdadeiro e papagaio-de-peito-roxo, entre outros. A vegetação é composta por campos, trechos de cerrado e também florestas com Araucárias.

Quem for conhecer o Parque de Guartelá pode ficam hospedado em Tibagi. “A cidade oferece várias opções de pousadas”, diz Athayde. Ou em Castro. “Em Castro também poderá conhecer um pouco da cultura tropeira da região, bem como aproveitar para praticar alguns esportes de natureza e aventura”, acrescenta.

SERVIÇO: Parque Estadual do Guartelá.
O acesso é pela PR-340 km 42, entre Castro e Tibagi.
O horário de funcionamento é de quarta à domingo e feriados, das 8h às 16h.
Entrada gratuita e sem agendamento.
A Trilha Básica comporta até 400 pessoas.
Para a Trilha das Pinturas Rupestres, o limite é de 40 pessoas por dia, 20 de manhã e 20 à tarde.
Contato: peguartela@iap.pr.gov.br.
Para mais informações, ligar para: (42) 98873-8568.

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Parque de Vila Velha divulga passeios especiais de abril

Alô Paraná

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Começa nesta sexta-feira (5) a programação especial do Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa. Os passeios são ofertados pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP), gestor da Unidade de Conservação, em parceria com guias locais e condutores de ecoturismo do entorno do parque.

Os passeios iniciam com a Caminhada Noturna da Lua Nova nos dias 5 e 6 e ocorrem em todos os fins de semana de abril. Outras atrações são a Caminhada Noturna da Lua Cheia, a Trilha da Fortaleza e Cicloturismo.

Cada passeio precisa ser previamente agendado e pode ser cancelado se o clima não estiver favorável ou se não houver o número mínimo de inscritos (25 pessoas). Nesses casos, os participantes são comunicados por telefone com até três horas de antecedência.

CAMINHADAS NOTURNAS – Acontecem em noites de lua cheia e lua nova. O trajeto de seis quilômetros na região dos Arenitos é um evento que une astronomia e contemplação da natureza em uma atividade turística inovadora e empolgante. A idade mínima é de 10 anos.

TRILHA DA FORTALEZA – O trajeto de 16 quilômetros percorre as áreas conservadas do parque, dos Arenitos às Furnas. A caminhada leva cerca de seis horas e acontece entre a vegetação nativa dos Campos Gerais, bosques de Matas de Araucárias e formações geológicas.

O passeio é recomendado para amantes de caminhadas em meio à natureza. É necessário chegar ao parque meia hora antes do trajeto para preparação da caminhada. A idade mínima é de 14 anos.

CICLOTURISMO – Passeio pelas estradas internas do Parque para contemplação da natureza. O percurso tem 21 quilômetros, inicia no Centro de Visitantes e passa pelos três atrativos: Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada. A idade mínima é de 14 anos.

AGENDAMENTO – A inscrição para as caminhadas noturnas deve ser feita clicando aqui e a Trilha da Fortaleza e Cicloturismo devem ser agendamentos pelo telefone (42) 99955-3503 ou pelo e-mail agendamento.trilhas.pevv@gmail.com. As vagas são limitadas.

Nas caminhadas noturnas, pagam meia entrada moradores dos Campos Gerais (apresentando comprovante de residência), estudantes, a partir de 60 anos, até 14 anos, funcionários públicos e doadores de sangue ou órgãos.

SERVIÇO: CAMINHADA NOTURNA DA LUA NOVA.

Data: 5 e 6 (sexta-feira e sábado).

Horário: 18h às 22h.

Custo: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).

CAMINHADA NOTURNA DA LUA CHEIA.

Datas: 19 e 20 (sexta-feira e sábado).

Horário: 18h às 22h.

Custo: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

Trilha da Fortaleza.

Data: 13 (sábado).

Horário: 8h30 às 15h.

Custo: R$ 40,00

CICLOTURISMO.
Data: 28 (domingo).

Horário: 9h às 13h.

Custo: R$ 30,00.

Endereço: Parque Estadual de Vila Velha – BR-376, km 515 – Jardim Vila Velha, Ponta Grossa.

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Todas rotas turísticas despertam para a fé no Vale do Ivaí, no PR

Alô Paraná

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Uma nova região turística está se desenvolvendo no Centro-Norte do Paraná, entre Londrina e Maringá – o Vale do Ivaí, área antigamente povoada pelos índios guaranis que hoje concentra um menu completo dos ingredientes necessários a quase todo tipo de turismo.

Trabalhando na elaboração do que chamam “Rota da Fé”, para impulsionar o desenvolvimento econômico conjunto da região, os 18 municípios já apresentam, de forma isolada, as delícias do ecoturismo, monumentos religiosos, turismo rural e muita aventura.

A rota está sendo estruturada pelas prefeituras em parceria com a Paraná Turismo, órgão do governo do Estado, e com o Ministério do Turismo. De acordo com o secretário de Turismo de Faxinal, Alessandro de Proença, a previsão é que até o final deste ano seja estruturado um caminho ao estilo de Santiago de Compostela, na Espanha, reunindo rotas por onde o Monge João Maria de Jesus teria percorrido nos três Estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Estamos investindo muito no planejamento do turismo no Paraná”, diz o diretor-presidente da Paraná Turismo, João Jacob Mehl. “O sonho do governador Carlos Massa Ratinho Junior é transformar o Estado numa referência em turismo”, afirma, para explicar que a ideia é melhorar a infraestrutura e divulgar muito o Paraná, tanto dentro do Brasil como no Exterior, para conquistar os empresários e, a partir daí, não interferir nos interesses da iniciativa privada. Apenas incentivar para atrair investimentos, gerar mais empregos e renda.

“Temos incontáveis locais e possibilidades para implantar focos de atração do turista”, avalia Mehl. “Pretendemos criar as alternativas, com infraestrutura e conforto, e fazer concessões para administração da iniciativa privada”.

O diretor explica o interesse do governo: o turismo é uma fonte quase inesgotável de progresso econômico, com o “efeito colateral” de ser uma arma para a preservação ambiental. E cada região do Paraná tem seus próprios atrativos e possibilidades de desenvolvimento.

CICLISMO DE AVENTURA – Por enquanto, Faxinal (a 330 quilômetros de Curitiba) explora o turismo de aventura num terreno bem acidentado entre o segundo e o terceiro planaltos paranaenses, que reúne nada menos que 108 cachoeiras com mais de cinco metros de altura.

São tantas e tão lindas que o município nem se dá ao trabalho de catalogar os inúmeros saltos e cascatas menores. Por ali passam entre 180 mil e 200 mil turistas a cada ano.

Num começo de organização, cinco municípios da região já estruturaram uma rota para ciclismo de aventura, cujos 230 quilômetros devem estar propriamente sinalizados também até o final deste ano. No percurso, que pode durar até cinco dias, estão trilhas de bicicleta que passam por paisagens rurais, rios, cachoeiras e áreas de mata.

O plano quer criar estratégias para garantir o desenvolvimento de novos negócios ligados ao turismo, para a geração de emprego e renda.

Cada uma das cidades tem seus próprios atrativos. O percurso passa por Mauá da Serra, conhecido pela culinária alemã e polonesa; Rosário do Ivaí, que reúne os mais altos picos da região, próprios para a prática de parapente; Grandes Rios, que, como o nome sugere, está praticamente ilhada entre três dos maiores rios do Paraná, e oferece esportes aquáticos, assim como o quinto município do roteiro, Borrazópolis.

Eles se somam às cachoeiras de Faxinal, município que também está organizando outra atração bastante especial, um cânion de 10 quilômetros, área que está sendo negociada com os proprietários para ser transformada em Área de Preservação Ambiental (APA). Em seguida deve ser tombada pelo município para permitir o gerenciamento do espaço para desenvolver o turismo.

No Vale do Ivaí estão dois dos mais procurados santuários religiosos do Paraná – o de Santa Rita de Cássia, em Lunardelli, e o de Santo Expedito, em Apucarana, onde também estão os parques da Bíblia e da Redenção.

SUSTENTABILIDADE – Assim como a Associação dos Municípios do Vale do Ivaí (Amuvi) discute em conjunto um Plano Regional de Desenvolvimento do Vale, também a vizinha Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam) trabalha em conjunto em outro projeto de Turismo Religioso e Sustentável, também chamado de Rota da Fé, que está em plena atividade.

Essa rota integra atrativos religiosos, naturais, culturais e históricos ao turismo religioso, com foco na sustentabilidade. A ideia é transformar o setor numa atividade local economicamente e ecologicamente viável. Embora tenha sido criado pela Diocese de Campo Mourão, a Rota da Fé é uma romaria inter-religiosa que percorre lugares sagrados do rito católico, ucraniano e evangélico, diferentes culturas, costumes locais, gastronomia e natureza. No passeio, com apoio do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), são plantadas árvores nativas em parte do traçado e alevinos são soltos nos rios da região.

O movimento promove a caminhada de romeiros a cada dois meses, já há seis anos. A cada vez, percorre no mínimo dois municípios – são caminhadas, orações, reflexões, penitências e celebrações. Promovida pela Fundação São José de Ciências Humanas e Religiosas, a rota fez aparecer vários pontos de apoio, como pousadas e restaurantes, já que atrai gente de longe também.

Essa região concentra duas unidades de conservação: a Estação Ecológica do Cerrado, que preserva remanescentes do ecossistema e desenvolve atividades de educação ambiental, e o Parque Estadual de Vila Rica do Espírito Santo, que possui um rico patrimônio arqueológico com ruínas de uma das 16 comunidades jesuíticas espanholas fundadas nos séculos 16 e 17.

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