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Saúde

Paraná confirma 43 novos casos de sarampo em uma semana

Alô Paraná

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A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (7) mais um Boletim Epidemiológico com a situação do sarampo. Na última semana foram confirmados 43 casos novos, somando 316 pessoas que estão ou tiveram com a doença no Estado desde o mês de agosto.

Os dados mostram o grande aumento de casos e o alcance territorial da doença no Paraná. Das 22 regionais de saúde, 20 têm casos confirmados ou em investigação. Apenas as regionais de Campo Mourão e Cornélio Procópio não registram notificações de sarampo.

“O vírus se espalha rapidamente e o sarampo pode ter consequências muito graves. É uma doença que pode comprometer seriamente a saúde. As complicações que uma pessoa que teve sarampo pode desenvolver são otites, infecções respiratórias e doenças neurológicas, a redução da capacidade mental, surdez, cegueira e retardo do crescimento”, alertou o secretário da Saúde Beto Preto.

O sarampo é uma infecção viral, altamente contagiosa e de fácil transmissão. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite, exantema (manchas avermelhadas na pele que aparecem primeiro no rosto e atrás da orelha e depois se espalham pelo corpo). Também podem ocorrer dor de cabeça, indisposição e diarreia. Como não existe tratamento específico para o sarampo é importante ficar atento ao aparecimento dos sintomas.

“Aos primeiros sinais, indicamos que a pessoa procure o atendimento médico para exames e busque ficar sem contato com mais gente até que se descarte o sarampo. Não fique esperando passar ou piorar, é nesse período que a doença pode ser transmitida”, recomendou o secretário.

Os 316 casos estão distribuídos nos seguintes municípios: 217 em Curitiba; 4 em Almirante Tamandaré; 1 em Araucária; 1 em Balsa Nova; 2 em Campina Grande do Sul; 3 em Campo do Tenente; 8 em Campo Largo; 20 em Colombo; 1 em Fazenda Rio Grande; 1 na Lapa; 1 em Mandirituba; 10 em Pinhais; 10 em Piraquara; 1 em Quatro Barras; 5 em Rio Branco do Sul; 11 em São José dos Pinhais; 2 em Castro; 1 em Ponta Grossa; 1 em Irati; 2 em Maringá; 7 em Londrina; 1 em Rolândia; 3 em Carlópolis; 3 em Jacarezinho.

VACINAÇÃO – O Ministério da Saúde organizou a Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. A primeira etapa foi realizada para o público de seis meses até cinco anos incompletos. A segunda etapa tem como público-alvo os jovens com idade entre 20 a 29 anos. O período de intensificação para imunização desta faixa de idade é entre 18 a 30 de novembro, com o dia D no sábado, 30.

“Para ter vacinas em todo o Estado, solicitamos ao Ministério da Saúde mais 100 mil doses da vacina tríplice, que previne sarampo, caxumba e rubéola. A nossa preocupação maior é para Curitiba e cidades com maior incidência do sarampo”, disse o secretário Beto Preto.

O objetivo da campanha é interromper a circulação do vírus e proteger os grupos mais acometidos pela doença no País. Toda a população com idade entre um e 29 anos deve receber duas doses da vacina tríplice viral e de 30 a 49 anos, uma dose.

Para saber mais informações sobre a situação do sarampo no Paraná, acesse o Boletim Epidemiológico nº 11.

Saúde

Curitiba tem caso suspeito de coronavírus, diz ministro

Alô Paraná

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O Ministério da Saúde confirmou no fim da tarde de hoje (28) que o Brasil tem três casos suspeitos de coronavírus. Além de uma estudante de 22 anos, que está internada em Belo Horizonte, mais duas pessoas têm suspeitas de portar o vírus. Uma delas está em Porto Alegre (RS) e outra em Curitiba (PR).

Segundo o ministério, esses pacientes se enquadram na atual definição de caso suspeito. Eles apresentaram febre e pelo menos um sinal ou sintoma respiratório; além de terem viajado para a China, país onde a contaminação teve início, nos últimos 14 dias. O ministério não ofereceu mais detalhes sobre os casos.

Dados do ministério apresentados na manhã desta terça-feira mostraram que, no período de 3 a 27 de janeiro, foram analisados 7.063 suspeitas de pessoas com coronavírus no Brasil. Desses, 127 exigiram a verificação mais detalhada e apenas o caso da estudante em Belo Horizonte havia sido enquadrado como suspeita.

Diante da epidemia que tem se espalhado rapidamente pela Ásia e atingindo também países da Europa e da América do Norte, o ministério recomenda que os brasileiros evitem viagens à China. O ministro Luiz Henrique Mandetta pediu para que as viagens apenas sejam realizadas se forem necessárias.

“Nós desaconselhamos e não proibimos as viagens para a China. Não se sabe, ainda, qual é a característica desse vírus que é novo; sabemos que ele tem alta letalidade. Não é recomendável que a pessoa se exponha a uma situação dessas e depois retorne ao Brasil e exponha mais pessoas. Recomendamos que, não sendo necessário, que não se faça viagens, até que o quadro todo esteja bem definido”, disse durante entrevista à imprensa.

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Saúde

Paraná promove evento sobre vacinação e saúde materno-infantil

Alô Paraná

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde do Paraná promove nesta semana o 1º. Seminário Estadual sobre Imunização, que reunirá, de forma inédita, profissionais envolvidos com o processo de vacinação e da saúde materno-infantil. Coordenado pela Divisão de Vigilância do Programa de Imunização, o evento começa nesta terça-feira e segue até quarta-feira (dias 12, 13 e 14).

Mais de 2 mil profissionais devem participar. “Acompanhamos com atenção o retorno de doenças que estavam praticamente erradicadas e que reaparecem com casos em várias regiões. Por isso promovemos este seminário inédito, unindo equipes que atuam na Vigilância Epidemiológica e na Atenção Primária para o debate em torno do tema”, diz o secretário da Saúde, Beto Preto.

“O objetivo é que toda equipe esteja mobilizada e atualizada com informações sobre as vacinas em todo Paraná. Temos 19 diferentes vacinas à disposição da população na rede pública, em todas as nossas unidades. Enfatizamos a imunização como estratégia fundamental de proteção à vida”, afirma o secretário.

O evento acontecerá no Espaço Torres, em Curitiba, com a participação de técnicos do Ministério da Saúde e deverá reunir profissionais dos 399 municípios do estado. “Buscamos o alcance das metas de coberturas vacinais em todas as faixas etárias. A vacina é o meio mais importante de se prevenir doenças infecciosas”, enfatiza a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Secretaria da Saúde, Maria Goretti David Lopes.

GESTANTES E BEBÊS 
O Programa Nacional de Imunização tem um olhar especial para o calendário da criança e gestantes, sendo a vacina contra a Hepatite B garantida ao recém-nascido nas primeiras 12 horas de vida. As gestantes recebem a vacina DTPa, que previne contra difteria, tétano e coqueluche. Esta vacina também protege o recém-nascido contra a coqueluche.

O calendário da criança é composto por vacinas que imunizam contra várias doenças entre elas a tuberculose, hepatite, meningites, pneumonias, febre amarela, sarampo, coqueluche, tétano, varicela e gripe.

JOVENS, ADULTOS E IDOSOS 
O calendário também se estende à jovens, adultos e idosos, imunizando contra várias doenças e atualizando sobre doses não recebidas na infância. “Os profissionais devem estar atentos a este calendário informando e orientando os usuários sobre a importância e a segurança das vacinas”, destaca Vera Rita Maria, chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria da Saúde.

SEMINÁRIO – Além promover a integração das equipes da Vigilância e da Atenção Primária, o seminário busca fortalecer o conhecimento e a aplicação prática das normas do Programa Nacional de Imunização (PNI). Estarão em debate temas como monitoramento em imunização, aumento das coberturas vacinais, prevenção de agravos pós-vacinação e conceitos sobre rede de frio e armazenamento de vacinas.

“Durante os três dias de evento, pretendemos sensibilizar os profissionais sobre a importância do trabalho de cada um no atendimento diário da população reforçando que estar com calendário atualizado significa prevenção e proteção da vida e esta é a meta da Secretaria da Saúde do Paraná”, disse a chefe da Divisão de Vigilância do Programa de Imunização da Secretaria da Saúde.

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Saúde

Anvisa emite alerta sobre uso de ondansetrona por grávidas

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta para que profissionais prescritores tenham cautela ao indicar ondansetrona a mulheres no primeiro trimestre de gravidez. A agência investiga se o medicamento causa malformação do bebê. Após a conclusão dos estudos, há a possibilidade de contraindicar o uso desse medicamento por mulheres grávidas.

O alerta da Anvisa cita um estudo que comparou 88.467 mulheres expostas à ondansetrona durante o primeiro trimestre de gravidez com 1.727.947 mulheres não expostas à substância. O resultado foi de três casos adicionais, 14 contra 11, de defeitos de fechamento orofacial identificados para cada 10 mil nascimentos de descendentes de mulheres expostas, principalmente relacionados à ocorrência de casos de fissura palatina. 

Segundo a Anvisa, o mecanismo pelo qual a ondansetrona pode interferir na gravidez é desconhecido. Dessa forma, a segurança de uso desse medicamento durante o segundo e o terceiro trimestres de gravidez também não está estabelecida.

Diante dessas informações, a agência diz que analisa a possibilidade de se alterar esse medicamento para a categoria D de risco na gravidez, categoria em que há evidências positivas de risco fetal humano, no entanto os benefícios potenciais para a mulher podem, eventualmente, justificar o risco.

Atualmente, esse medicamento pertence à categoria B de gravidez, ou seja, não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Tratamento de náuseas

A ondansetrona é um medicamento indicado na prevenção e no tratamento de náuseas e vômitos em geral, especialmente os casos induzidos por quimioterapia ou radioterapia e os relacionados ao pós-operatório.

Nos casos de uso da ondansetrona por mulheres em idade fértil, a Anvisa orienta que deve ser recomendado o uso de medidas contraceptivas eficazes. Além disso, os profissionais de saúde devem informar todas as mulheres em idade fértil, que estão em tratamento com ondansetrona, sobre o risco de esse medicamento ocasionar uma malformação congênita, especialmente no primeiro trimestre de gravidez.

A anvisa orienta pacientes que se enquadram nas características descritivas devem procurar orientação junto ao profissional de saúde. A Agência informa ainda que monitora continuamente os medicamentos e solicita aos profissionais de saúde e pacientes que notifiquem os eventos adversos ocorridos com o uso de qualquer medicamento por meio do sistema VigiMed

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