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Nem de Beto Richa e muito menos se trata de uma Ferrari FF

Alô Paraná

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Um texto que vem circulando pelas redes sociais dá conta que uma Ferrari modelo FF, que chegou ao Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhas, pertenceria ao govenador do Paraná, Beto Richa (PSDB).
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O texto afirma que esse modelo FF seria o primeiro a circular no país e que, apenas para seu transporte até aqui, teria sido gasto o valor de R$ 73 mil.
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Texto que circulou pela rede:
“Esta ferrari chegou hoje no aeroporto de Curitiba. Custou 4 milhões e so o frete custou R$ 73.000,00. A fila de espera para adquirir um carro destes é de no minimo dois anos. Sabem quem adquiriu? Seria surpresa se eu disesse que foi um politico…governador…do Paraná. Sim, Beto Richa.
Fabricante: FERRARI!! Valor: R$ 4 milhões! Frete: R$ 73.000,00! Fila de espera: 2 anos! Proprietário: BETO RICHA. Governador do Paraná!! Ps: Citado na Lava Jato!!”

Antes de circular que o dono seria o governador, foi divulgado que o veículo teria como destino Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Porém, pelas placas do veículo entende-se que teria como destino o Paraguai, mas isso não foi confirmado pela importadora responsável, a qual alega sigilo quanto ao nome do comprador.

Procurado pelos meios de comunicação, Beto Richa já alegou que, infelizmente, a Ferrari não é dele.

Outro erro que foi cometido pelo falso boato é o modelo da Ferrari. O modelo FF citado na verdade já é comercializado no país desde de 2011 e não seria o primeiro a rodar em terras tupiniquins.

Na verdade, a Ferrari que chegou ao Aeroporto Afonso Pena trata-se de uma Ferrari GTC4Lusso. Ela foi lançada em 2016 e veio para suceder a FF, que está no mercado desde 2011. Seu valor de mercado no Brasil passa dos R$ 4 milhões.


Ficha técnica
Motor: Gasolina, longitudinal, dianteiro, 12 cilindros em V, 48 válvulas, com injeção direta
Cilindrada: 6.262 cm³
Potência: 690 cv a 8.000 rpm
Torque: 71,1 kgmf a 5.750 rpm
Câmbio: Automático de dupla embreagem e sete marchas, tração integral
Direção: Elétrica
Suspensão: Independente, duplos braços triangulares na dianteira e multlink na traseira
Freios: Discos ventilados
Pneus: 245/35 R20 (diant.) e 295/35 R20 (tras.)
Dimensões: Comprimento 4,92 m; Largura 1,98 m; Altura 1,38 m; Entre-eixos 2,99 m
Tanque: 91 litros
Porta-malas: 450 litros
Peso: 1.790 kg

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Ford apresenta nova série especial do GT para as 24 Horas de Le Mans

Alô Paraná

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A Ford apresentou a nova série especial formada pelos quatro GTs que vão correr nas 24 Horas de Le Mans, a prova de resistência mais famosa do mundo, em 15 e 16 de junho, pela equipe Ford Chip Ganassi Racing. Cada carro exibe cores diferentes para celebrar as vitórias históricas da marca no Circuito de La Sarthe, nos anos 60 e na atual década.

Esta é a última corrida do Ford GT em Le Mans dentro do programa atual de competição da fábrica, fechando mais um grande capítulo da Ford no emblemático circuito francês.

“Em 2016, a Ford retornou a Le Mans para marcar o 50º aniversário da nossa incrível vitória em 1966. E comemoramos da melhor maneira possível, vencendo a corrida”, disse Bill Ford, presidente executivo da Ford. “Estar no pódio representando todos os nossos empregados foi um momento de orgulho para mim e quero voltar a Le Mans este ano para apoiar a equipe”.

Além dos quatro carros de fábrica, haverá um quinto Ford GT na prova, correndo na categoria GTE Am pela equipe Keating Motorsports.

O Ford GT 66 preto com faixas brancas, pilotado pelo alemão Stefan Mücke, o francês Olivier Pla e o americano Billy Johnson, é inspirado no Ford GT40 de Bruce McLaren e Chris Amon que venceu Le Mans em 1966. O Ford GT 67 vermelho e branco pilotado pelos britânicos Andy Priaulx e Harry Tincknell e o americano Jonathan Bomarito lembra o Ford GT40 de Dan Gurney e A.J. Foyt, campeão de Le Mans em 1967.

O Ford GT 68, vencedor de Le Mans em 2016 – campeão mais recente da marca –, repete as cores azul, vermelho e branco com as quais recebeu a bandeirada quadriculada e o mesmo trio de pilotos: o alemão Dirk Müller, o americano Joey Hand e o francês Sebastien Bourdais.

O Ford GT 69 branco com faixas vermelhas, pilotado pelo neozelandês Scott Dixon, o australiano Ryan Briscoe e o britânico Richard Westbrook, remete ao design do Ford GT40 que foi vice-campeão no glorioso triplo pódio da Ford em Le Mans em 1966 (1º, 2º e 3º).

O Ford GT 85 da equipe Keating Motorsports segue o mesmo estilo dos quatro carros de fábrica, mas com as cores do seu patrocinador, a Wynn’s. No cockpit, ele terá o piloto brasileiro Felipe Braga, o norte-americano Ben Keating e o holandês Jeroen Bleekemolen.

“O Ford GT foi criado para trazer a Ford de volta ao mundo das corridas de endurance e o programa foi um sucesso”, diz Mark Rushbrook, diretor global da Ford Performance Motorsports. “Le Mans não é o fim do programa, pois temos ainda outras corridas do Campeonato IMSA em 2019.”

Os fãs poderão acompanhar as 24 Horas de Le Mans ao vivo, de dentro do cockpit dos Ford GTs, por meio da transmissão que será feita pela Ford.

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Gás natural veicular mantém competitividade no Paraná

Alô Paraná

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Economia na hora de abastecer e menos poluição lançada no meio ambiente. Estas são as principais vantagens para quem usa o Gás Natural Veicular (GNV) no Paraná. Mesmo com as altas recentes no preço de todos os combustíveis, o GNV conta com uma competitividade de cerca de 40% em relação ao etanol e à gasolina.

“A procura pelo GNV nos postos continua crescente. No primeiro trimestre do ano, o volume de gás natural veicular comercializado no Estado cresceu 11% e a frota paranaense com GNV alcançou a marca de 37 mil veículos”, destaca o gerente comercial da Companhia Paranaense de Gás (Compagas), Mauro Melara.

Com o objetivo de comprovar as vantagens, em especial a economia do GNV em relação aos combustíveis líquidos, desde o final do ano passado a Compagas conduz um projeto-piloto em conjunto com a Secretaria de Estado da Administração e da Previdência e com a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

Dois veículos de cada instituição foram convertidos para o uso do GNV e os primeiros resultados já são positivos. De novembro de 2018 a março de 2019, os veículos da Sanepar com GNV chegaram a proporcionar uma redução de 62% no custo do abastecimento.

No período, também foi possível fazer uma avaliação em relação à emissão de CO2 – os veículos com GNV reduziram em 42,32% a emissão de gases de efeito estufa em comparação com os carros que utilizam gasolina. O projeto, que tem duração de 12 meses, busca consolidar o uso de um combustível mais sustentável e econômico também para as frotas públicas.

“O GNV é menos poluente e rende mais que os combustíveis líquidos, o que se reflete na redução de custos, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Por isso, esse projeto é fundamental para consolidar o papel estratégico do gás natural como fonte de energia e como indutor do desenvolvimento do Estado”, explica Melara.

Veículos com GNV chegam a rodar quase o dobro em comparação ao etanol – em média 13,2 quilômetros por metro cúbico, enquanto com a gasolina o carro faz 10,7 quilômetros por litro e com o etanol, 7,5 quilômetros por litro. “Atualmente, a economia com o GNV é de cerca de 40%, porém, de acordo com os preços dos combustíveis, pode superar os 50%. Sem contar o desconto no IPVA – o custo do imposto é de 1% sobre o valor do veículo, contra os 3,5% do valor sobre os automóveis movidos a gasolina e/ou etanol”, afirma Melara.

Segundo a Compagas, qualquer veículo pode ser convertido para o uso do GNV – o custo é de R$ 4 mil. Para garantir a segurança no uso do combustível, é preciso fazer a conversão em oficinas credenciadas pelo Inmetro – são 17 em todo Paraná.

Concessionária responsável pela distribuição do gás natural no Paraná, a Compagas fornece o combustível canalizado a 35 postos revendedores de GNV, localizados nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais, além de um em Londrina, que comercializa o gás fornecido pela GasLocal.

COMPAGAS – Concessionária responsável pela distribuição de gás natural canalizado no Paraná. Empresa de economia mista, tem como acionista majoritária a Companhia Paranaense de Energia (Copel), com 51% das ações, a Gaspetro, com 24,5% e a Mitsui Gás e Energia do Brasil, com 24,5%.

Em março de 2000, a empresa passou a ser a primeira distribuidora do Sul do país a fornecer o gás natural aos seus clientes, com a inauguração do ramal sul do gasoduto Bolívia – Brasil (Gasbol).

Atualmente, conta com mais de 45 mil clientes dos segmentos residencial, comercial, industrial, veicular e geração de energia elétrica e está presente em 17 municípios: Araucária, Curitiba, Campo Largo, Balsa Nova, Palmeira, Ponta Grossa, São José dos Pinhais, Colombo, Quatro Barras, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Campina Grande do Sul, Paranaguá, Londrina, Carambeí, Castro e Arapoti.

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Paraná se prepara para o crescimento do uso de carros elétricos

Alô Paraná

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O Paraná prepara o terreno para ingressar com mais vigor na tendência global de crescimento do uso de veículos elétricos. A estratégia é diretamente alinhada a uma política de desenvolvimento sustentável. Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o Estado passará a adotar o ritmo dos países europeus nessa matéria. “Estamos trabalhando antenados ao que o mundo vem fazendo. As soluções sustentáveis partem de carros que poluem menos”, defende.

Atualmente, o Paraná tem 275 veículos elétricos, o que representa 0,003% de uma frota de 7.237.593 carros, motocicletas, ônibus e caminhões, e ainda é dependente dos veículos movidos a combustíveis fósseis. Os dados do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) mostram que a maioria esmagadora dos veículos elétricos do Estado se concentra em Foz do Iguaçu (80) e Curitiba (73). Eles estão presentes em apenas 31 cidades, o que representa 7,7% das 399 do Estado.

Os números ainda são tímidos, mas tudo indica que a realidade está prestes a se transformar. O Paraná adota políticas de incentivo, busca a ampliação do programa Smart Energy (vinculado ao Tecpar), parcerias com o setor privado e o fortalecimento da eletrovia da Copel, que corta o Estado de Leste a Oeste via BR-277.

INCENTIVO – Com o intuito de incentivar a aquisição, as metas de sustentabilidade ambiental do Acordo de Paris e a geração de novas tecnologias na área, o governador apresentou um projeto de lei propondo zerar a alíquota do Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) e uma sugestão ao Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para tirar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a compra dos veículos elétricos.

Ao mesmo tempo, a Copel simula a adesão de novos consumidores e garante que consegue atender um incremento repentino de até 700% nesse mercado. A companhia concentra recursos para se tornar protagonista dessa onda com a sua capacidade elétrica instalada.

“Estamos prontos para acompanhar essa evolução. Temos cenários hipotéticos e grande preocupação preventiva, para que energia não seja um gargalo do desenvolvimento”, afirma Julio Omori, superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel. “Se essa possibilidade despontar, estamos preparados”.

A popularização dos veículos elétricos congrega justamente uma rede capaz de suprir a demanda, aumento de circulação dos veículos e políticas de incentivo que espelham as melhores iniciativas da União Europeia e barateiam os custos. “Esses carros têm energia limpa, não têm ruído e facilitam a vida urbana. É uma tecnologia adotada em muitos países e o Paraná volta a ter uma energia verde. É um ciclo para ter uma frota mais consistente”, completa Mauro Monteiro, Diretor de Operações do Detran-PR.

PAPEL DO TECPAR – O Instituto de Tecnologia do Paraná estabeleceu parcerias para promover estudos sobre uso dos veículos elétricos. “Estamos em constante desenvolvimento, certificação da cadeia de eletropostos, dimensionamento dessa otimização de distribuição”, comenta Rafael Rodrigues, Diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Tecpar.

“Recentemente fechamos acordos de cooperação com o Sistema Fiep, o Senai e a Renault para explorar a cadeia produtiva de biocombustíveis e geração distribuída, além dos dados dos veículos elétricos”, explica.

O projeto Smart Energy, incubado no Tecpar, tem como membros da governança representantes de secretarias estaduais, de empresas públicas, universidades estaduais e federais, Itaipu Binacional, Federação das Indústrias Paraná (Fiep).

O projeto tem como missão desenvolver as competências locais em energias renováveis e sensibilizar a sociedade para o uso consciente da produção de energia limpa.

PLATAFORMA – Como parte da estratégia de estar alinhado às últimas tendências na área de tecnologia e inovação, o Tecpar também firmou parceria com a Renault para disponibilizar ao instituto a plataforma do Twizy, veículo elétrico produzido pela montadora.

Com a plataforma e os dados abertos do protótipo disponibilizado pela montadora, pesquisadores do instituto podem desenvolver novos estudos para criarem novos veículos elétricos, com proposta de transformar o Estado no mais inovador do País.

DESAFIOS – Como desafios, além da necessidade de popularizar a tecnologia, estão empecilhos logísticos e legais. Segundo Rafael Rodrigues, um entrave é o arcabouço legal. “A Aneel ainda não dá segurança institucional para o investidor entrar de cabeça no processo produtivo dos eletropostos. Ainda faltam grandes players, fabricantes nacionais. É preciso vencer essa parte regulatória. É preciso demonstrar para o usuário que esse sistema existe e funciona. Infraestrutura é fundamental”, afirma.

O Paraná também precisa aumentar o número de eletropostos conforme cresce a demanda. Atualmente são 18 eletropostos nas cidades e 12 na BR-277 (eletrovia). Curitiba tem 13, Maringá dois, Londrina, Foz do Iguaçu e Cascavel com um cada. Só Londres, por exemplo, conta com 800 pontos de recarga. Em Portugal, com tamanho inferior ao Paraná, há 500.

Brasil tem ecossistema favorável, diz diretora da ABVE

A diretora de Veículos Leves da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) e diretora da Renault do Paraná, Sílvia Barcik, lembra que a onda de carros elétricos leva em consideração que o País tem um ecossistema altamente favorável. “O Brasil produz 85% de sua energia de fontes renováveis”, diz ela. Ela observa que o País espera que a capacidade de economia dos elétricos também impacte os consumidores. Um carro elétrico tem 40% a menos de manutenção e dá para rodar 300 quilômetros com R$ 40. O motor a combustão é menos eficiente, mesmo com álcool há perda de 70% com o aquecimento. O elétrico é o oposto, perde apenas 30% e usa 70%”, afirma Sílvia.

Produção de veículos aumentou 3.000%

Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o Brasil tem 8.182 veículos elétricos, a maioria esmagadora em São Paulo (1.897). A frota total é de 103,38 milhões – elétricos representam apenas 0,007%.

Os veículos elétricos do País ainda são produzidos em fábricas no exterior, o que também encarece os custos. Em 2012 foram comercializados 117 em todo o país. No ano passado foram 3.970, segundo a Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), aumento de mais de 3.000%. O número engloba elétricos puros e híbridos. As vendas têm aumentado de ano em ano e apenas em 2019 já somam 657.

O Brasil já percorreu importantes passos na direção dos veículos elétricos. Quando chegaram, os veículos recebiam taxação de 35% no imposto de importação, mais custos de PIS/Cofins, ICMS e IPI (25%). A tributação de importação caiu para 0% em 2018 e o IPI para 7%. A proposta sobre ICMS torna o Paraná pioneiro no País. Atualmente sete estados e 13 municípios isentam IPVA dos veículos elétricos.


Eletrovia paranaense é destaque no País

A maior eletrovia do Brasil, instalada no Paraná pela Copel em 2018, completou 330 recargas neste ano. São 730 quilômetros de extensão, ligando o Porto de Paranaguá às Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu. Foram consumidos 2.914 kWh, uma média de 8 kWh por recarga, a um custo aproximado de R$ 6,75 cada. Por ser um projeto de pesquisa, os motoristas não tiveram custo para abastecer. As estações são todas de carga rápida: leva entre meia e uma hora para carregar 80% da bateria da maioria dos carros elétricos, modelos que rodam de 150 a 300 quilômetros a cada carga. A Copel investiu R$ 5,5 milhões no projeto, com recursos de pesquisa e desenvolvimento.

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