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Navios de cruzeiros poderão voltar a atracar no Litoral do Paraná

Alô Paraná

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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo estuda a possibilidade de navios de cruzeiro (turísticos) fazerem a parada no Litoral do Paraná, qual a logística e operação necessária e quais os atrativos turísticos que podem ser explorados na região.

O estudo é resultado de reunião desta quarta-feira (29) na sede da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, em Paranaguá, com representantes da Paraná Turismo, da MS Eco Cruises, Prefeitura de Antonina e diretoria dos Portos do Paraná.

“O turismo é uma prioridade desse Governo e o turismo náutico no Litoral passa a ser uma grande porta de entrada para o desenvolvimento em todo o Estado”, diz o secretário Márcio Nunes. “A reunião foi muito importante para que todas as partes entendam a logística dessa operação”, afirmou.

Segundo ele, o objetivo dessa primeira reunião é estruturar o melhor local de parada dos navios e não ser apenas uma escala, mas sim uma possibilidade de embarque e desembarque de passageiros.

O superintendente dos Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia, diz que o desafio é grande, porque são anos sem receber navios cruzeiros e a orientação do Governo é que se busque mais esse atrativo para o Litoral. “São projetos importantes e o que o Porto irá buscar é dar apoio operacional para isso”, afirmou.

REUNIÕES – O objetivo é que se façam reuniões técnicas com representantes dos municípios, portos, empresas de navios, turismo e meio ambiente para que se tenha um levantamento real da possibilidade de desenvolver mais essa forma de turismo no Litoral.

Segundo Nunes, essa reunião foi um grande passo para colocar o projeto em prática. “Se temos 1000 quilômetros para andar, andamos 1 quilômetro hoje, no sentido que nós queremos transformar o Paraná no Estado mais moderno e mais sustentável do Brasil. Mas para que isso aconteça, nós precisamos aprofundar os estudos”, acrescentou.

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Litoral terá reforço da Polícia Militar no feriadão

Alô Paraná

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O Litoral terá reforço de 300 policiais militares durante os cinco dias do Carnaval para intensificar o policiamento durante os festejos que ocorrerão nos sete municípios. Este contingente soma-se ao efetivo já existente na Costa Leste para a Operação Verão 2018/2019.

A Operação Carnaval começa nesta sexta-feira (01) às 12h e segue até a volta dos veranistas e foliões na Quarta-Feira de Cinzas (06). No mar, terra e ar a Polícia Militar estará presente para atender a população e garantir a ordem e a tranquilidade.

A previsão é de que cerca de 1,5 milhão de pessoas desçam ao Litoral. De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Péricles de Matos, a expectativa de maior público redobra a atenção da Corporação para acompanhar a movimentação de pessoas que estarão chegando ao Litoral de todas as partes do Estado e também de outras regiões do Brasil e até de países vizinhos.

“Estamos designando mais policiais para que o Carnaval seja seguro tanto para os foliões quanto para os moradores e demais turistas que buscam as praias para descansar ou se divertir”, disse o coronel.

A presença das viaturas e equipes policiais será constante na orla marítima e nas praias com maior concentração de público. Nos módulos móveis dispostos nos principais balneários, os cidadãos poderão obter informações, fazer denúncias e também identificar crianças e pessoas idosas com a pulseirinha de identificação, distribuídas gratuitamente.

Nos bairros e áreas comerciais as viaturas de Radiopatrulha também trabalharão dia e noite, além dos locais onde ocorrerão os desfiles e passagem dos trios elétricos. A PM fará ainda a fiscalização da circulação de garrafas de vidro nos locais de festa, cumprindo a orientação do Poder Judiciário das cidades litorâneas. O trabalho abrange a comercialização e posse de tais materiais em todas as festividades de Carnaval no Litoral.

Na Ilha do Mel, a PM também vai acompanhar o embarque e desembarque dos turistas e prevenir a entrada de drogas e armas na ilha. O trabalho será feito pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope), com o auxílio de cães de faro da Companhia de Operações com Cães.

O comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Marcos Rodrigues, afirmou que a população será protegida com as modalidades de policiamento a pé, motorizada, com motos, e frações de tropas especializadas como da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e da Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (Rocam). O policiamento será feito consoante às estratégias definidas em parceria com os outros órgãos de segurança pública.

“A nossa missão é aplicar o efetivo de maneira equitativa para toda a população do Litoral. Fizemos várias reuniões para ajustar detalhes como locais, horários de início e término dos eventos, e orientações de segurança para que tudo transcorra com tranquilidade”, afirmou.

REFORÇO – Da Capital virão efetivos do 1º Comando Regional da PM, e da Região Metropolitana haverá reforço com integrantes do 6º CRPM e da Academia Policial Militar do Guatupê. O Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária e o Batalhão de Operações Especiais também estarão no Litoral. As equipes do Batalhão de Polícia de Trânsito vão estarão coordenar o policiamento do trânsito.

Os alunos do Curso de Formação de Oficiais também serão usados nas ações preventivas. A atuação dos alunos é prevista na grade curricular do curso e complementa o aprendizado de doutrinas e técnicas obtidas em sala de aula.

RODOVIAS – A presença da PM se estenderá das cidades às rodovias estaduais que cortam o Litoral. Para tanto, o Batalhão de Polícia Rodoviária colocará equipes policiais nos cinco postos rodoviários do Litoral para intensificar a fiscalização de entrada de veículos.

O objetivo é detectar irregularidades, coibir crimes de trânsito (principalmente embriaguez ao volante e excesso de velocidade) e orientar os motoristas com condutas defensivas de direção.

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Parques do Litoral do PR fecham por tempo indeterminado

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O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) vai manter as Unidades de Conservação Estaduais do Litoral fechadas por tempo indeterminado como forma de prevenção de casos de febre amarela. A decisão foi tomada em reunião com a Secretaria de Estado da Saúde nesta quarta-feira (30). Os parques foram fechados inicialmente por 15 dias a partir de 25 janeiro. A prorrogação se tornou necessária por causa da confirmação da circulação do vírus da febre amarela na zona rural de Antonina, no Litoral.

Foi recomendado que mesmo pesquisadores e outros profissionais só entrem nas unidades de conservação com a apresentação da carteirinha de vacinação que comprove a imunização contra a doença. A partir do aparecimento do primeiro caso da doença em humanos, a Secretaria de Estado da Saúde também recomenda o fechamento das unidades municipais, federais e reservas particulares.

“Temos que ampliar a vacinação em todo o Estado”, alerta o diretor do Centro Epidemiológico do Paraná, João Luís Crivellaro. De acordo com ele, a secretaria já tem especial preocupação nesta época do ano, quando a movimentação de pessoas é grande por causa das férias de verão, especialmente no Litoral, que é justamente a área em que foi confirmada a circulação do vírus.

PRESERVAÇÃO DOS MACACOS
O diretor também reforça a necessidade de notificação imediata da presença de macacos mortos em qualquer região do Estado e a ocorrência de casos suspeitos ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), que está em plantão permanente. Os telefones são (41) 99117-3500 e (41) 99917-0444.

Ele explica que o macaco não transmite a doença, mas é um sinalizador da circulação do vírus. Por isso é importante que não sejam maltratados ou mortos.

SINTOMAS
Os sintomas da doença são febre com início súbito em pessoas que nunca tomaram a vacina contra a febre amarela ou com vacinação há menos de 10 dias, e que tenham estado em áreas de matas, rios ou áreas de circulação viral comprovada nos últimos 15 dias. Essas condições devem estar associadas a outros dois ou mais sinais, como cefaleia, náusea, vômitos, dor articular, dor abdominal, dor lombar, icterícia ou hemorragias.

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Veranista com locomoção reduzida aproveita banho de mar no PR

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Com dificuldades extremas de caminhar, Débora Leia dos Santos tem tomado pelo menos dois banhos de mar por dia graças às cadeiras anfíbias disponibilizadas no Balneário Caieiras, no município de Guaratuba. Portadora de mielopatia espondilótica cervical, Débora diz que há 9 anos tem se locomovido com ajuda de andador ou de cadeira de rodas. Ela afirma que não fazia ideia de que poderia voltar a tomar banho de mar até usar pela primeira vez o equipamento. “A sensação é de segurança e de alegria intensa”, comemora.

As cadeiras anfíbias fazem parte do projeto Praia Acessível, desenvolvido em parceria pela Sanepar e Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho. Em praias de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná, estão disponíveis nove cadeiras anfíbias. Do início da Operação Verão até 25 de janeiro, foram feitos 275 atendimentos a pessoas cadeirantes ou com dificuldades de locomoção. O equipamento permite o banho de mar com segurança e com acompanhamento de equipe treinada.

Além da satisfação por entrar no mar, Débora tem se sentido valorizada. “O atendimento é muito bom. As equipes são muito prestativas, polidas e educadas, o que nos deixa mais à vontade. Se dependesse da vontade deles eu tomaria muitos banhos de mar por dia”, destaca.

Muito à vontade instalada no equipamento, ela conseguiu ainda que a equipe desse um jeito de fazê-la mergulhar. “Eu queria de qualquer jeito de molhar a cabeça e até isso eles me ajudaram a fazer”, afirma.

EQUIPAMENTO SEGURO 


As cadeiras anfíbias têm rodas especiais que permitem o deslocamento na areia e no mar. Possuem cinto de segurança regulável, encosto, assento, apoio cervical para a cabeça e apoio para os pés em tecido emborrachado, removível e lavável.

Com capacidade para suportar até 120 quilos, as cadeiras são flutuantes e confeccionadas em material leve, resistente e inoxidável. Por serem mais altas, permitem que o usuário entre no mar em uma profundidade segura. Nas praias, uma equipe capacitada auxilia as pessoas em seu uso.

Confira os locais em que as cadeiras anfíbias estão disponíveis:

MATINHOS
Avenida Atlântica, 2010, em frente à Sorveteria D´Vickz
Pipeline – Avenida Atlântica, na altura do número 876 (entre a Avenida Londrina e a Rua Paranaguá, próximo ao Restaurante Canoa Quebrada)
Praia Mansa – Avenida Agílio Leão Macedo, próximo ao número 176 (entre a Rua Rio Branco e a Rua Ipiranga, ao lado do posto dos salva vidas)

GUARATUBA
Praia Central – Entre a Rua 29 de Março e a Avenida Dr. João Cândido (próximo ao estacionamento de carros)
Praia de Caieiras – Rua San Remo (próximo à Rua Projetada A e à Rua Saturnino Neves).
Avenida Atlântica, próximo ao número 500 (em frente à Associação dos Magistrados do Paraná)

PONTAL DO PARANÁ
Pontal do Sul – Rua dos Ipês (próximo à Avenida Mira-Mar, ao Centro de Estudos do Mar da UFPR e à Pousada da Su, perto da guarita dos guarda-vidas)
Praia de Ipanema – Avenida Deputado Aníbal Khury (entre a Rua Fernando de Noronha e a Rua São Luís, próximo ao Restaurante Atlântico Sul e à guarita dos guarda-vidas)
Praia de Leste – Avenida Deputado Aníbal Khury (entre a Rua Dario Veloso e a Rua Romário Martins, em frente ao Privê Praia de Leste).

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