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Curitiba

Menino de 11 anos é arremessado do 6º andar após apartamento explodir em Curitiba

Alô Paraná

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Um menino de 11 anos foi arremessado do 6º de um prédio, após o apartamento em que ele estava explodir na manhã deste sábado (29), no bairro Água Verde, em Curitiba (PR). Outras três pessoas que estavam no local, uma mulher de 23 anos e dois homens, de 27 e 30 anos, também ficaram feridos.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a criança precisou ser reanimada no pátio do prédio e em seguida foi levada para o Hospital do Trabalhador. Seu estado de saúde é considerado grave, o menino teve parada cardiorrespiratória e até o fechamento dessa matéria passava por uma cirurgia.

As outras três vítimas foram encaminhadas para o Hospital Universitário Evangélico Mackenzie e o estado de saúde delas também é considerado grave.

O apartamento fica no último andar do edifício e as paredes desabaram com a força da explosão. Logo em seguida houve um incêndio.

Segundo testemunhas, a mulher ficou presa nos escombros e pedia por ‘socorro’. Populares conseguiram entrar no imóvel e retirá-la.

De acordo com o major Fernando Machado, do Corpo de Bombeiros, a explosão aconteceu por volta das 9h30 e o que pode ter causado o incêndio foi o uso de um equipamento de impermeabilização.

O equipamento estava sendo usado no momento do acidente e o imóvel estava fechado. Umas das hipóteses aponta para o acúmulo de gás gerado por ele pode ter causado a explosão.

A Prefeitura de Curitiba interditou o prédio temporariamente e os pertences dos moradores estão sendo retirados com apoio do Corpo de Bombeiros.

Curitiba

Problema eletromecânico afeta o abastecimento de água em Curitiba e Campo Largo

Alô Paraná

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A Sanepar informou que nesta segunda-feira (8) um problema eletromecânico pode causar problemas no abastecimento de Curitiba e Campo Largo. Equipes da Sanepar já estão realizando o conserto do equipamento, mas a normalização deve ocorrer somente no período da noite.

Podem ser afetados os seguintes bairros de Curitiba: Augusta, Bigorrilho, Campina do Siqueira, Santo Inácio, Cidade Industrial, Mossunguê, Riviera, São Braz, Orleans, Butiatuvinha, Cascatinha e Santa Felicidade.

Em Campo Largo: Jardim Keli Cristina, Vila Gilcy, Vila Torres 1 e Vila Rebouças

Só ficarão sem água durante este período os clientes que não têm caixa-d’água no imóvel, conforme recomendação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). A Sanepar sugere que cada imóvel tenha uma caixa-d’água de pelo menos 500 litros. Assim, é possível ter água por 24 horas, no mínimo.

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 0800 200 0115, que funciona 24 horas. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula.

Para esta e outras informações utilize o aplicativo para celular Sanepar Mobile ou acesse sempre o site da Sanepar: www.sanepar.com.br

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Curitiba

Ceasa de Curitiba fará licitação para áreas no mercado atacadista

Alô Paraná

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A Ceasa Paraná promove a partir do dia 9 de julho mais uma etapa no processo de licitações de áreas no mercado atacadista de hortigranjeiros e atípicos em geral em suas unidades. Serão ofertadas 52 áreas, distribuídas em 36 lotes para o sistema de pregão presencial tipo maior lance ou oferta, para a Ceasa de Curitiba.

Eder Eduardo Bublitz, diretor-presidente da Ceasa Paraná, explica que a medida atende orientações do Ministério Público do Paraná, que acompanha e instrui o processo juntamente com a Assessoria Jurídica da empresa, que cuida das regras e prazos.

Segundo ele, a licitação se justifica em razão da disponibilidade de áreas públicas vagas na unidade em Curitiba. “Seguimos as disposições legais para essas ações”, acrescentou.

A coordenação dos trabalhos é da Comissão Permanente de Licitações (CPL), da Ceasa, em conjunto com a gerência da unidade.

O processo será feito em três etapas. A primeira no dia 9 (terça-feira), das 9h30 às 14 horas, para o credenciamento dos interessados nos lotes, e recebimento dos envelopes de propostas e habilitações. Os documentos serão recebidos pela pregoeira e equipe de apoio.

A segunda etapa será no dia seguinte, 10 (quarta-feira), a partir das 9h30, quando serão abertos e analisados os envelopes e documentação dos lotes de 1 a 18, onde serão avaliadas as melhores propostas e lances para as 28 áreas disponíveis.

A terceira etapa acontecerá no dia 11 (quinta-feira), tendo início também às 9h30 para abertura das propostas de 19 a 36, para outras 24 áreas disponíveis no mercado atacadista.

O recebimento dos envelopes com as propostas de participação da licitação, assim como da abertura dos sobrescritos e lances, será no Centro de Eventos da Ceasa Curitiba, na BR 116, quilômetro 111, bairro Tatuquara, na capital paranaense.

Os editais com as descrições dos objetos podem ser obtidos no endereço eletrônico da Ceasa Paraná, www.ceasa.pr.gov.br, acessando o ícone ao lado esquerdo da página, Licitações, Licitações Ceasa, Licitações de Áreas, Unidade Atacadista de Curitiba, PP 006/2019 Edital. Clique www.ceasa.pr.gov.br/arquivos/File/CPL/CURITIBA/2019/PP0062019_EDITAL_AREASCURITIBA.pdf

CRITÉRIOS – Segundo Sônia de Brito Barbosa, pregoeira e coordenadora da CPL da Ceasa Paraná, o critério de disputa seguirá o sistema de maior lance ou oferta. “O vencedor terá a permissão de uso de área, seguindo as condições previstas legalmente, bem como do acordo com as normas do Regulamento de Mercado da Ceasa Paraná, formalizados através do Termo de Permissão Remunerada de Uso (TPRU)”, explica Sônia Barbosa.

Segundo ela, isso dará a permissão do serviço de abastecimento nas áreas ofertadas, seguindo as condições existentes e transcritas no Termo de Permissão Remunerada de Uso (TPRU), e ainda do Regulamento de Mercado da Ceasa Paraná.

Os lotes colocados em licitação são para áreas em nove pavilhões, passando pelo comércio de hortigranjeiros, de flores e plantas ornamentais, centro de distribuição, comercialização de atípicos, e ainda de instituições financeiras.

Os lances mínimos variam conforme a localização dos lotes e metragem das áreas. As duas áreas menores, por exemplo, de 18 metros quadrados para o comércio de hortigranjeiros, junto ao Pavilhão H, tem lance mínimo de R$ 10.193,85. Para os outros 13 lotes para a comercialização de hortigranjeiros, os lances variam de R$ 21.228,75 a R$ 59.180,96, dependendo da metragem e localização dos boxes. Outras duas áreas disponíveis, de 51,25 metros quadrados, junto ao Pavilhão de Flores, têm lance mínimo inicial de R$ 7.253,16.

As 12 áreas destinadas ao centro de distribuição, que se abastecem com produtos da própria Ceasa, têm metragens que variam de 56 a 150 metros quadrados, com lances iniciais de R$ 7.925,40 a R$ 21.228,75. Para os seis lotes das áreas de atípicos, todos com 43 metros quadrados, os lances mínimos iniciam em R$ 24.352,98. O lote 31, que contempla áreas destinadas a instituições financeiras, com 215 metros quadrados, o lance inicial previsto é de R$ 137.723,63.

“As áreas disponibilizadas na unidade de Curitiba, através deste Pregão Presencial terá a permissão de uso pelo período de 15 anos (180 meses)”, diz Sônia Barbosa.

Mais informações, assim como pedidos de esclarecimentos sobre as licitações de lotes e áreas do mercado da Ceasa podem ser solicitadas no prazo de até dois dias úteis antes da data fixada para abertura da sessão do pregão (9 de julho), através do e-mail licitacaoceasa@ceasa.pr.gov.br.

Outra possibilidade é por telefone, em horário comercial, das 8 às 12 horas, e das 13 às 17 horas, pelo número (41) 3253-3232, ou ainda na sede da administração central da Ceasa, Avenida Nossa Senhora da Luz, 2143, bairro Jardim Social, em Curitiba.

CEASA EM NÚMEROS – A Centrais de Abastecimento do Paraná (Ceasa Paraná), empresa de economia mista, vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, administra cinco unidades: em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. São comercializados em média por ano cerca de 1, 2 milhão de toneladas de hortigranjeiros. A unidade de Curitiba responde por 65% do volume total – 670 mil toneladas.

Estão instaladas na Ceasa Curitiba 410 empresas atacadistas que comercializam hortigranjeiros, flores e plantas ornamentais. Outras 44 empresas negociam produtos atípicos, sendo que a unidade dispõem de 15 áreas específicas de lanchonetes e restaurantes, e ainda de três instituições financeiras.

Estão cadastrados junto ao Mercado do Produtor da unidade 4.831 agricultores, sendo que 1.362 são ativos, e comercializam diretamente suas produções no atacado.

A Ceasa Curitiba tem área total de 510 mil metros quadrados, sendo que 196 mil metros quadrados são urbanizadas, e outros 72 mil metros quadrados de área construída. Circulam em média por dia cerca de 22 mil pessoas, entre produtores, permissionários atacadistas, trabalhadores em geral e compradores.

SERVIÇO: Licitações de áreas públicas na Ceasa Curitiba.

Datas: 9 (terça-feira), das 9h30 às 14 horas – Credencimento e recebimento dos envelopes de propostas e habilitações.

10 (quarta-feira), a partir das 9h30, abertura do pregão para os lotes de 1 a 18.

11 (quinta-feira), a partir das 9h30, abertura do pregão para os lotes de 19 a 36.

Local: Centro de Eventos da Ceasa Curitiba, BR 116, quilômetro 11, bairro Tatuquara.

Mais informações: Comissão Permanente de Licitações da Ceasa Paraná (41) 3253-3232, em horário comercial das 8 às 12 horas, e das 13 às 17 horas, ou ainda através do e-mail licitacaoceasa@ceasa.pr.gov.br.

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Curitiba

Índice de Preços ao Consumidor de Curitiba foi de 0,83% em abril

Alô Paraná

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Em abril, a cesta de produtos e serviços que compõem o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de Curitiba, apurado pelo Ipardes, apresentou aumento de 0,83%. Esse valor foi superior às altas dos meses de fevereiro (0,28%) e de março (0,15%). Foi a maior taxa para o mês desde o ano de 2016. Essa tendência se refletiu nas quatro apurações quadrissemanais do mês de abril, que apresentou leve decréscimo somente na segunda quadrissemana.

ACUMULADO – Com essa trajetória recente, o índice acumulado nos últimos 12 meses exibiu taxa de 4,40%, a maior para o mês de abril desde o ano 2016. Já, o índice acumulado entre janeiro e abril está em 0,85%.

REAJUSTES – O consequente desempenho global do IPC nesse mês foi impulsionado pelos reajustes que atingiram os nove grupos de despesas, com destaque para Transporte e Despesas Pessoais, que, somados, foram responsáveis, em pontos percentuais, por mais de 53% do índice geral.

O grupo Transporte, que havia apresentado situação relativamente estável no mês de março, ao variar 0,02%, foi fortemente impactado em abril ao sofrer acréscimo de 0,82%, exercendo, assim, a principal contribuição para o resultado do IPC, com 0,2422 ponto percentual (p.p.). Os destaques foram as altas de 2,74% em gasolina comum, 14,08% em passagem aérea, 1,82% em motocicleta zero km, 5,23% em seguro voluntário de veículo e 0,50% em automóvel nacional zero km. Em situação distinta, foram constatados decréscimos de 0,13% em automóvel nacional usado, 2,81% em tarifa de ônibus interestadual e 0,89% em IPVA.

Em contraste com o decréscimo de 1,11% do mês anterior, o grupo Despesas Pessoais avançou 2,21% na apuração atual. Esse comportamento resultou na influência de 0,2027 p.p. sobre o índice geral. Nesse grupo foram registrados aumentos de 3,52% em empregada doméstica; 3,74% em pacotes turísticos nacionais e 17,09% em pacotes turísticos internacionais. Por sua vez, ingresso para casa noturna variou -3,97%.

Na sequência, mantendo tendência de alta pelo terceiro mês seguido, o grupo Saúde e Cuidados Pessoais exibiu acréscimo de 1,17% contra 0,33% do mês anterior. Dentre os itens mais relevantes para essa aceleração estiveram as altas em antibiótico e anti-infeccioso (8,38%), remédio redutor de colesterol e triglicerídeos (7,30%), remédio para o sistema nervoso (2,77%) e anti-hipertensivo (3,20%).

Em situação similar, ou seja, com três altas consecutivas, encontrou-se o grupo Vestuário que sofreu, em abril, reajuste médio de 1,75% frente ao resultado de 0,51% do mês de março. Impactaram sobre o segmento, por um lado, os aumentos de 8,26% em sapato e bota femininos, 6,82% em camisa masculina e 5,06% em blusa e camisa femininas. Por outro lado, ocorreram quedas em sapato e botas masculinos (-2,59%), tecidos (-4,85%) e calça comprida masculina (-1,26%).

O grupo Alimentos e Bebidas, que da mesma forma vem apresentando reajustes repetidos desde o mês de fevereiro, exibiu, na pesquisa atual aumento de 0,52% contra a alta de 0,82% ocorrida no mês de março. Para esse resultado foram preponderantes os aumentos de preços em tomate (22,68%), batata-inglesa (17,36%), costela bovina (2,82%), frango (6,61%), banana caturra (7,12%) e cebola (9,73%). No outro extremo, ocorreram declínios em almoço e jantar fora de casa (-0,61%), alface (-17,10%), feijão-preto (-7,47%), maçã (-8,80%) e mamão (-8,88%).

O grupo Artigos de Residência apresentou incremento de 0,32% em abril ante o índice de 0,28% em março, sobressaindo-se os aumentos de 11,21% e 8,56% em conserto de geladeira e conserto de máquina de lavar roupa, respectivamente. No grupo Habitação, que exibiu variação de 0,10% tanto em abril quanto em março o principal destaque foi o reajuste de 0,39% em aluguel residencial.

A taxa do grupo Comunicação foi de 0,18% na apuração de abril, valor levemente inferior ao índice de 0,21% ocorrido em março, destacando-se por um lado, a alta de 0,70% em serviço de telefone fixo residencial e, por outro, pela moderação em mensalidade de tv por assinatura (-1,66%). O grupo Educação evoluiu 0,15%, mantendo-se relativamente estável no cotejo com o resultado de 0,13% observado no mês de março.

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