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Educação

Inscrições para o processo seletivo do Colégio da PM estão abertas

Alô Paraná

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O Colégio da Polícia Militar (CPM) está com inscrições abertas para o teste classificatório 2020. São 120 vagas do 6º ano do Ensino Fundamental e 90 vagas do 1º ano do Ensino Médio. As inscrições seguem até 09 de outubro e devem ser feitas pelo site cpmpr.com.br/. A taxa de é R$ 95,00. É possível solicitar a isenção mediante comprovação de situação econômica por meio de cadastro em programas sociais governamentais.

Das 120 vagas para o 6º ano do Ensino Fundamental, 72 são destinadas a filhos de militares estaduais e o restante para civis. Para o 1º ano do Ensino Médio serão 90 vagas, 54 delas preferenciais e 36 complementares. A previsão para a aplicação das provas é dia10 de novembro para o 1º ano do Ensino Médio e 24 de novembro para o 6º ano do Ensino Fundamental.

HISTÓRIA – O Colégio da Polícia Militar do Paraná foi criado pelo decreto nº 24.826, de 07 de agosto de 1959, tendo seu primeiro ano letivo em 1960. Somente em 1977 passou a funcionar como escola de 1º e 2º graus e em 04 de agosto de 1981 a denominar-se Cel PM Felippe de Sousa Miranda, em homenagem ao seu primeiro comandante.

O objetivo inicial do colégio era criar a oportunidade do jovem cidadão de conhecer a filosofia militar. Com isto, passou a desempenhar um papel importante na corporação e se tornou reconhecido em todo o país pelo ótimo desempenho de seus alunos em provas como Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e no vestibular da Universidade Federal do Paraná (UFPR), entre outros.

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Adolescentes poderão fazer cursos gratuitos para qualificação no Paraná

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O secretário estadual da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost, e o diretor-presidente do Ciee-PR, Domingos Tarço Murta Ramalho, assinaram nesta quinta-feira (10) parceria para a criação do Projeto que ofertará cursos livres para adolescentes que cumprem medidas socioeducativas nas unidades do Paraná.

O projeto disponibilizará cursos gratuitos para a qualificação em 19 unidades socioeducação de internação e internação provisória no mês de férias escolares, em janeiro de 2020.

“Os cursos visam despertar nos adolescentes o interesse pelo mundo do trabalho e envolvem temáticas como a elaboração de um currículo, autoconhecimento, dicas para entrevistas, trabalho em equipe e ética nas redes sociais”, explica o secretário Ney Leprevost.

De acordo com o diretor-presidente do Ciee-PR, Domingos Tarço Murta Ramalho, os cursos vão dar oportunidade para que os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e que necessitam de apoio e acompanhamento possam ser reintegrados na sociedade por meio da inserção do mercado de trabalho.

O projeto está sendo organizados pelas equipes das unidades em parceria com a equipe do Ciee e os participantes receberão certificação referente aos cursos realizados.

As unidades participantes são os Centros de Socioeducação (Censes) Ponta Grossa, Curitiba, Joana Miguel Richa, Fazenda Rio Grande, São Francisco, São José dos Pinhais, Paranavaí, Umuarama, Londrina I, LondrinaII, Maringá, Santo Antônio da Platina, Campo Mourão, Cascavel I, Cascavel II, Foz do Iguaçu, Toledo, Pato Branco, Laranjeiras do Sul.

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Educação

Novo programa atenderá alunos com dificuldades de aprendizagem no Paraná

Alô Paraná

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Para auxiliar estudantes que enfrentam dificuldades nos estudos, o Governo do Paraná lançou o programa Mais Aprendizagem. A iniciativa atende demanda das escolas da rede estadual de ensino, que vislumbraram a necessidade de um projeto de reforço escolar no contraturno mais efetivo do que as antigas Salas de Apoio, que foram descontinuadas.

O secretário da Educação, Renato Feder, destaca que o programa é mais amplo que a iniciativa anterior e tem como objetivo oferecer ao aluno mais tempo na escola. Ele acrescenta que o Mais Aprendizagem vai acolher estudantes que enfrentam dificuldades em conhecimentos variados, distribuídos em três níveis. “Enquanto as Salas de Apoio eram destinadas apenas a alunos dos sextos e sétimos anos do Ensino Fundamental, esse novo programa incluí todos os anos finais dessa etapa de ensino e também estudantes do Ensino Médio”, explica Feder.

Segundo o chefe do Departamento de Programas para a Educação Básica da secretaria, Jailson Neco, a possibilidade de organização dos estudantes em três níveis possibilita atender melhor as necessidades pedagógicas de cada grupo de alunos.

“No nível I os alunos com maior dificuldade são aqueles que não conseguem trabalhar o raciocínio lógico e apresentam problemas de alfabetização, por exemplo. O nível II seria um nível intermediário entre o primeiro e o III, que atende aquele aluno que precisa de um auxílio pontual para conseguir seguir sua trajetória escolar”, detalha Neco.

ESCOLHA DAS INSTITUIÇÕES
Nesse primeiro momento, cerca de 35% das escolas do Paraná que concentram aproximadamente 60% dos alunos da rede vão ser contempladas com o Mais Aprendizagem. Os critérios utilizados foram os resultados mais preocupantes no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador do Ministério da Educação, e o espaço físico das escolas, priorizando as maiores a fim de atender o maior número possível de estudantes.

O programa começa a ser implementado no segundo semestre de 2019 e as atividades serão realizadas no contraturno escolar.

METODOLOGIAS DIFERENCIADAS
Um ponto central que orientou o desenvolvimento do Mais Aprendizagem foi o fato de que as atividades de reforço deveriam ser conduzidas por profissionais com olhar mais atento às metodologias diferenciadas, com o objetivo de atender às expectativas dos estudantes.

Em relação às Salas de Apoio, os professores que atuavam eram definidos pela secretaria sem uma avaliação da escola. O Mais Aprendizagem delega autonomia para as escolas escolherem, conforme perfil definido pela secretaria, o professor com o perfil mais adequado para trabalhar com os estudantes que apresentam uma ou outra dificuldade na aprendizagem. O professor poderá assumir duas, quatro, seis ou oito horas no programa.

O profissional indicado pela direção da escola deverá cursar durante todo o segundo semestre um curso a distância e concluir o módulo I antes de iniciar as aulas.

Nessa capacitação o professor vai receber as orientações sobre o programa e também conhecer mais a respeito de metodologias ativas e estratégias diferenciadas de aprendizagem. Haverá, também, uma etapa presencial a cargo dos Núcleos Regionais de Educação para promover uma troca de experiências.

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Educação

Inscrições para Encceja terminam nesta sexta-feira

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Terminam nesta sexta-feira (31) as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2019. A inscrição é gratuita e deve ser feita pela internet. Jovens e adultos que não terminaram os estudos na idade adequada podem fazer o exame para obter a certificação de conclusão do ensino fundamental ou médio.

Os interessados no certificado do ensino fundamental precisam ter, pelo menos, 15 anos completos na data da prova. Para o certificado do ensino médio, a idade mínima exigida é 18 anos.

As provas serão aplicadas no dia 25 de agosto em 611 municípios. Serão quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma redação. A nota mínima exigida para obtenção da proficiência é de 100 pontos nas provas objetivas e de cinco pontos na redação.

Os resultados podem ser usados de duas formas. Quem conseguir a nota mínima exigida em todas as provas tem direito à certificação de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio. Aqueles que alcançarem a nota mínima em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas, terão direito à declaração parcial de proficiência.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza na página do Sistema Encceja apostilas com material de estudo para os participantes de nível fundamental e médio.

Edital em Libras

Uma novidade desta edição será uma versão do edital em Libras. Outra mudança é que o participante que já teve laudo médico aprovado em outras edições não precisa apresentar novo laudo durante a inscrição. Participantes surdos, deficientes auditivos e surdocegos devem indicar, durante a inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear.

Caso o interessado tenha feito a inscrição para a edição anterior e tenha faltado, será preciso justificar o motivo da ausência em 2018.

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