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Polícia

Criminosos fazem arrastão em bar de Ponta Grossa; câmera registra a ação

Alô Paraná

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A noite de terça-feira, 8, foi marcada por violência contra clientes e funcionários que estavam em um bar no bairro da Nova Russia, em Ponta Grossa, e foram surpreendidos por ao menos oito criminosos armados.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que o bando entrou no estabelecimento e rendeu os clientes e funcionários. Segundo pessoas que estavam no local, eles chegaram em um veículo e motocicleta.

Nas imagens, é possível ver que enquanto alguns revistavam os clientes e seguiam em direção ao caixa, outros ficaram na porta dando cobertura.

Um funcionário foi agredido com coronhadas. Na fuga os criminosos levaram ainda um veículo, pertencente à uma das vítimas.

A Polícia Militar (PM) realizou buscas pela região, mas até o fechamento desta matéria nenhum criminoso havia sido capturado.

Polícia

Ação da PF no Paraná prende 3 por exploração de pornografia infantil na internet

Alô Paraná

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A Polícia Federal (PF) no Paraná deflagrou nesta quinta-feira, 5, a Operação Olho da Rede para cumprir dez mandados de busca e apreensão contra investigados por exploração infantil na internet. Os agentes vasculham endereços de Curitiba (4), Quatro Barras (1), Morretes (1), Matinhos (1), Apucarana (1) e Rolândia (2).

A PF informou que esta é uma “operação complexa”. Uma primeira etapa foi desencadeada no dia 25 de novembro, quando sete mandados de buscas e um de prisão preventiva foram executados – dos sete mandados, dois foram cumpridos em Curitiba e os outros em São José dos Pinhais (1), Campina Grande do Sul (1), Foz do Iguaçu (2) e Ponta Grossa (1).

A operação foi autorizada pela Justiça Federal em Curitiba, Londrina, Paranaguá e Foz do Iguaçu. O objetivo é “identificar materiais relacionados a posse, compartilhamento e produção de imagens de pornografia infantil com foco no Paraná”.

Durante o cumprimento das medidas nesta quinta-feira, foram realizadas três prisões em flagrante por posse de pornografia infantil, sendo duas em Curitiba e uma em Quatro Barras. Desde o dia 25 de novembro, houve mais dois flagrantes: um em Ponta Grossa e um em Curitiba.

A PF prendeu um outro investigado, de São José dos Pinhais, por força de mandado de prisão preventiva. Este suspeito já havia sido preso em flagrante em duas oportunidades anteriores por delitos dessa natureza.

Penas
A pena para o armazenamento de pornografia infantil é de 2 a 4 anos de reclusão; para o compartilhamento, de 3 a 6 anos de reclusão; e para a produção das imagens, de 4 a 8 anos de reclusão. Para o crime de estupro de vulnerável a, pena é de 8 a 15 anos de reclusão.

De acordo com a PF, “em todos os casos as investigações seguem em andamento, em busca da identificação de outras pessoas envolvidas na rede de crimes, como os abusadores e produtores de imagens, mas principalmente das vítimas a serem resgatadas”.

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Polícia

Professora é morta a facadas ao deixar filho na escola em Ponta Grossa

Alô Paraná

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Uma professora, de 42 anos, foi morta a facadas no início da tarde desta quarta-feira (4), ao deixar o filho na escola, na Avenida Anita Garibaldi, no bairro Órfãs, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. Luciane Ávila trabalhava na mesma instituição de ensino onde a criança estuda. O marido é o principal suspeito.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a professora recebeu diversos golpes de faca na região do tórax e nas pernas. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu dentro da ambulância do Siate.

Segundo a Polícia Civil, Luciane e o marido estavam em processo de separação e ele não aceitava o fim do relacionamento. Já havia um boletim de ocorrência contra o suspeito por perturbação de tranquilidade.

O homem fugiu do local em uma motocicleta e até o fechamento desta matéria não havia sido localizado.

Um jovem, de 28 anos, tentou ajudar a professora e acabou sendo ferido por um golpe de faca. Ele foi socorrido e não corre risco.

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Polícia

Polícia Civil conclui inquérito do caso Rachel Genofre em Curitiba

Alô Paraná

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Após 11 anos de complexo trabalho de investigação, a Polícia Civil do Paraná concluiu nesta quarta-feira (27) o inquérito do assassinato de Rachel Genofre. A menina tinha nove anos quando foi encontrada morta e esquartejada dentro de uma mala, abandonada na Rodoviária de Curitiba, no dia 3 de novembro de 2008.

O acusado Carlos Eduardo dos Santos, 52, foi indiciado pelos crimes de tentativa de estupro, atentado violento ao pudor e homicídio triplamente qualificado.

O inquérito policial concluído foi encaminhado à 1ª Vara Privativa do Tribunal do Júri de Curitiba. O documento tem 12 volumes e cerca de quatro mil páginas. Em relação ao homicídio triplamente qualificado, foram qualificadoras: ter sido cruel, ter impossibilitado a defesa da ofendida e ter cometido o homicídio para assegurar a sua impunidade.

O delegado Marcos Fontes solicitou ainda a prisão preventiva do suspeito para garantia da ordem pública, já que o acusado tem natureza criminosa e, diante dos estímulos sexuais, não conteria a obsessão por crianças e voltaria a praticar crimes. Em sua fundamentação, o responsável pelo caso ainda pediu a prisão à Justiça para assegurar a lei penal.

“Representamos pela decretação da prisão preventiva para garantir a ordem pública, pois muito embora o indiciado esteja preso em uma prisão paulista, se colocado em liberdade após o cumprimento da pena voltará a delinquir. Além disso sua manutenção no cárcere assegura a aplicação da lei penal, pelos crimes cometidos no Paraná”, disse Fontes.

PODE RESPONDER – De acordo com o inquérito, o exame psiquiátrico feito pela Polícia Científica apontou que Santos é imputável, ou seja, pode responder pelos delitos praticados. O exame apontou transtorno de personalidade dissocial. Atualmente, o suspeito já cumpre pena por outros crimes no Presídio 2 de Sorocaba, em São Paulo.

Fontes afirma que o trabalho de elucidação do caso Rachel Genofre foi um dos mais longos da Capital e com certeza, o mais complexo. Desde o assassinato, 11 delegados paranaenses atuaram diretamente no caso e outros 15 de forma indireta.

Ainda colaboraram na investigação as polícias dos estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, e órgãos diversos como Polícia Científica do Paraná, Instituto Nacional de Seguro Social, Ministério Público, Justiça, Ministério da Justiça.

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