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Paraná

Chuvas no Paraná afetam mais de 23 mil pessoas, diz Defesa Civil

Alô Paraná

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A Defesa Civil do Paraná informou hoje (20) que 23.146 mil pessoas foram afetadas pelas fortes chuvas nos últimos dias no estado. De acordo com balanço de ocorrências divulgado pelo órgão, 5,4 mil casas foram danificadas pelos temporais com granizo, além de vendavais. Uma frente fria está provocando áreas de instabilidade na região. 

Entre os dias 18 e 19, as chuvas fortes atingiram 25 municípios do Paraná, a maioria em Curitiba e região metropolitana e nos Campos Gerais, região que fica a cerca de 100 quilômetros da capital do estado. 

De acordo com a Defesa Civil,  duas pessoas ficaram feridas, uma em Carambeí e outra em Fazenda Rio Grande. Nenhuma morte foi registrada. 

Segundo o boletim, 280 pessoas permanecem desalojadas e 21 desabrigados em todo o estado. A Defesa Civil define como desalojado quem deixa sua casa em virtude do desastre, mas que não necessita de abrigo público por se refugiar na casa de parentes ou amigos. O desabrigado é considerado aquele que deixa sua casa e precisa recorrer a um abrigo público. 

A cidade mais atingida foi Carambeí, na região dos Campos Gerais, que teve 6.234 pessoas afetadas, 112 que permanecem desalojadas e 21 que permanecem desabrigadas. O município teve 2 mil casas danificadas após uma tempestade com granizo no dia 18. 

A segunda cidade com maior número de afetados foi Contenda, na região metropolitana, que teve 3.960 afetados e 800 residências atingidas, porém não teve nenhum desalojado ou desabrigado após uma tempestade com granizo também no dia 18. A segunda cidade com maior número de desalojados foi Teixeira Soares, nos Campos Gerais, que teve 100 desalojados e 400 afetados. O número de casas danificadas foi 800, após uma tempestade com vendaval no dia 18.

A única cidade com ocorrência no dia 19 foi Umuarama, no noroeste do Paraná. Após uma tempestade com vendaval, o município teve 40 pessoas afetadas, mas nenhum desalojado ou desabrigado, mas 12 casas danificadas.

Nesta sexta-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de tempestade para todo o Paraná e para o norte de Santa Catarina. Segundo o instituto, os ventos intensos podem provocar queda de granizo, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos. 

De acordo com o Inmet, em caso de rajadas de vento, o cidadão não deve se abrigar debaixo de árvores ou estacionar os veículos embaixo de torres de transmissão e placas de propaganda. Em caso emergência, basta ligar para o Corpo de Bombeiros (193) ou para a Defesa Civil (199). 

Paraná

Principal criadouro do mosquito da dengue está nos domicílios no Paraná

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A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná divulgou nesta terça-feira (3) o Boletim Epidemiológico sobre a dengue no Paraná, com destaque para o Levantamento Rápido de Índices de Infestação nos municípios. O LIRA mostra a porcentagem entre o número de imóveis pesquisados e o de imóveis onde os criadouros do mosquito foram encontrados.

O levantamento mostra que 72,9% dos criadouros estão nos domicílios. Segundo o estudo, 43% dos criadouros foram localizados em recipientes plásticos, garrafas e latas, acumulados destampados nos quintais das residências e em entulhos de construção, caçambas e latas de tintas também deixadas abertas nos quintais.

Outros 23,5% estão nos depósitos de água a nível do solo e 22,6% estão nos pratinhos de vasos de plantas, recipientes de degelo de geladeiras, bebedouros, pequenas fontes ornamentais.

O estudo mostrou que 7,3% foram encontrados em pneus e 5,3% em tanques em obras, borracharias e hortas; calhas lajes e toldos em desníveis, ralos de sanitários em desuso, piscinas não tratadas, cacos de vidro em muros e floreiras e vasos nos cemitérios.

“Reforçamos a orientação de que as medidas de prevenção contra a dengue precisam ser adotadas por toda a população, pois o verão está chegando e os casos da doença podem aumentar. A participação da sociedade no combate ao mosquito da dengue é fundamental”, afirmou o secretário da Saúde, Beto Preto.

“Podemos observar pelo LIRA que 72,9% dos criadouros estão nos domicílios, por isso a recomendação para que todos verifiquem em suas casas e eliminem os focos de água parada”, complementa a coordenadora de Vigilância Ambiental da Secretaria, Ivana Belmonte.

LIRA – O levantamento é realizado periodicamente pelos municípios, mas o levantamento realizado entre outubro e novembro serve de referência nacional. O estudo revelou que o município com maior índice de infestação predial do Aedes Aegypti é Ivatuba, na região Noroeste, com 10% – o que significa que em cada 100 imóveis pesquisados 10 estavam com criadouros.

Na sequência, estão os municípios de Morretes, com 8,3%; São Miguel do Iguaçu, com 6,6%; Quinta do Sol (6,1%), Santa Mariana (5,1%), Nova Esperança (4,9%), Munhoz de Melo (4,6%), Bela Vista do Paraíso (4,2%), Francisco Beltrão e Nova Prata do Iguaçu, com 4,1%, e Paranaguá, Itaipulândia, Campo Bonito e Jataizinho, com 4%.

O resultado geral do Paraná mostra que 55,6% dos municípios apontam índices abaixo de 1%, que segundo o Ministério da Saúde, ainda é considerado satisfatório. Neste patamar estão 222 municípios.

Outras 158 cidades (39,6% do total) registram de 1% a 3,9% e são considerados em alerta; e 14 municípios (3,5%) mostram alto potencial vetorial, com quantidade de criadouros suficientes para gerar epidemia.

CASOS – O boletim semanal da dengue registra 1.869 casos confirmados, 305 a mais que na semana anterior. Deste total, 1.480 são autóctones – contraídos no município de residência.

Também aumentaram os municípios em situação de alerta; eram dez e agora são doze. Cianorte e Doutor Camargo entraram para situação de alerta nesta semana.

Os outros municípios em alerta são Lindoeste, Juranda, Douradina, Indianópolis, São Carlos do Ivaí, Flórida, Munhoz de Mello, Florestópolis, Leópolis e Uraí.

Em situação de epidemia estão oito municípios, um a mais que na semana anterior. Nova Cantu, Quinta do Sol, Inajá, Santa Isabel do Ivaí, Ângulo, Floraí, Uniflor e Colorado atingiram este patamar e somam 713 casos autóctones. O Paraná apresenta 12.254 notificações para a dengue do dia 28 de julho até agora.

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Cascavel

Família morre vítima de queda de avião em Cascavel

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Família estava voltando do litoral de Santa Catarina, onde passou o feriado. Foto: Reprodução

Quatro pessoas morreram após a queda de um avião de pequeno porte na tarde de domingo (17), em Cascavel, no oeste do Paraná. O piloto, um médico e sua filha de 12 anos morreram no local. Uma mulher foi resgatada com vida, porém não resistiu aos ferimentos e morreu na noite desta segunda-feira (18).

O acidente aconteceu próximo de um aeroporto particular, onde o avião iria pousar. Na aeronave estavam o piloto Magnus Padilha, que morreu no local. Além do médico cardiologista e presidente do Cascavel Country Club, Eduardo Philipp e sua filha, Fernanda, de 12 anos, que também morreram na queda.

A esposa de Eduardo e mãe de Fernanda, foi resgatada com vida e encaminhada para o Hospital Universitário de Cascavel. Graziela de Souza Philippi, de 53 anos, teve politraumatismo, passou por procedimentos cirúrgicos de alta complexidade, mas não resistiu. Ela morreu na noite desta segunda-feira (18).


O acidente
A família voltava do litoral de Santa Cantarina, onde passou o feriado. Trabalhadores que estava próximo ao local da queda, ouviram um estrondo e um grito de socorro.

Segundo o registro da aeronave na Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a inspeção anual de manutenção da aeronave havia vencido no dia 9 de novembro. No entanto a aeronave pode voar por mais 30 dias após o vencimento.

O corpo do piloto foi velado nesta segunda-feira em Cascavel. Ele era instrutor de uma escola de viação e tinha experiência.

Os corpos de Eduardo, sua esposa Graziela e da filha do casal, Fernanda, será cremado nesta quarta-feira em Francisco Beltrão (PR).

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Paraná

Prorrogação do prazo de plantio de soja atende demanda do Sudoeste

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A norma que prorroga o prazo para a semeadura de soja no Paraná, e que atende demanda antiga do Sudoeste, foi destacada pelo governador Ratinho Junior durante a reunião do secretariado realizada nesta terça-feira (12), em Pato Branco. A cidade é sede administrativa do governo estadual nesta terça e quarta-feira e as atividades do governador e equipe acontecem no município.

A portaria nº 342/2019, que estabelece o período de vazio sanitário e outras medidas para o controle da ferrugem asiática, substitui a portaria que determinava 31 de dezembro como data limite para o plantio. A nova norma não define a data final para a semeadura.

A prorrogação foi uma solicitação dos produtores paranaenses, já que fatores climáticos têm atrasado o plantio da soja, especialmente nas regiões Sul e Sudoeste. Eles argumentavam que as características distintas do clima nas regiões do Estado dificultavam o cumprimento do calendário.

“A semeadura de soja, que ocupa 5,5 milhões de hectares no Sudoeste, se dava entre setembro e 31 de dezembro. Isso impedia parte do Estado, com clima mais frio, de fazer a safra após colheita de feijão ou milho. Havia uma limitação no modelo agrícola em função do combate com a ferrugem asiática da soja. Para melhorar o nosso desempenho, permitimos destravar a semeadura”, explicou Norberto Ortigara, secretário de Agricultura e Abastecimento.

Ele complementou que a medida deve favorecer o plantio de milho na primavera, estação que o Paraná pode melhorar seu potencial produtivo. Segundo a nova norma, o produtor tem até o dia 15 de maio como limite para colheita ou interrupção do ciclo da cultura. Para os agricultores, a medida garante maior capacidade de planejamento.

SANIDADE VEGETAL – A nova norma também reforça medidas fundamentais para a sanidade vegetal no Estado. A prática do vazio sanitário, adotada de 10 de junho a 10 de setembro de cada ano, como estratégia para retardar o aparecimento e diminuir o número de pragas responsáveis pela ferrugem asiática, continua garantida. Nesse período é proibido cultivar, manter ou permitir a existência de plantas vivas de soja, emergidas, em qualquer estágio vegetativo.

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