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Futebol

Brasil confirma favoritismo e vence Copa América contra o Peru

Alô Paraná

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Deu a lógica do futebol na final entre Brasil e Peru, com a Seleção Canarinho sagrando-se campeã da Copa América, vencendo por 3 x 1. A partida, neste domingo (7), foi emocionante desde os primeiros minutos de jogo, com as seleções brasileira e peruana duelando em pé de igualdade, com superioridades técnica e individual do Brasil recebendo combate com garra e disposição por parte do Peru.

A partida iniciou após um minuto de silêncio em homenagem ao músico João Gilberto, falecido ontem. Logo no início, aos 2 minutos de jogo, o juiz marcou uma falta para o Peru, batida por Cueva com perigo, no canto inferior direito de Alisson, com a bola indo para fora. Aos 5 minutos, um ataque do Peru foi parado com falta em cima de Guerrero. A tática peruana foi partir para cima do Brasil, tentando manter os brasileiros em sua defesa. Mas a estratégia abriu espaço para o Brasil, que foi acertou passes e levou perigo ao goleiro Gallese.

A partir dos 12 minutos, o domínio passou a ser brasileiro, invertendo o jogo e mantendo o Peru em seu campo de defesa e forçando ao erro o time de Ricardo Gareca. Até que aos 14 minutos, um passe de Gabriel Jesus encontrou Everton Cebolinha, que colocou nas redes, sem chances para Gallese.

O gol brasileiro desestabilizou o time peruano, que passou a errar passes e demonstrar nervosismo em campo. Aos 24 minutos, Coutinho recebeu de Firmino e chutou com perigo, com a bola passando próxima à trave. Aos 30, Gabriel Jesus fez falta de ataque e recebeu cartão amarelo. Aos 34, passe de Firmino cabeceou por cima do gol, mas o assistente já havia marcado impedimento.

A partir dos 36, o time peruano conseguiu se reorganizar em campo e passou a atacar o gol de Alisson, mas sem maior perigo. Até que aos 41, a bola toca o braço esquerdo de Thiago Silva dentro da área e o juiz marca pênalti, após conferir o VAR (árbitro de vídeo). Guerrero bateu colocado no canto esquerdo de Alisson, que pulou para o lado errado.

Mas a alegria peruana só durou até os 47 minutos, com gol de Gabriel Jesus recebendo de Arthur e tocando rasteiro no canto direito de Gallese.

Segundo tempo

Logo a 1 minuto da segunda etapa, o Brasil começou atacando e conseguiu um escanteio, sem levar perigo ao gol peruano. Aos 3 minutos, Tapia parou ataque do Brasil fazendo carga contra Coutinho e levando cartão amarelo. Aos 7 minutos, Thiago Silva fez falta sobre Cueva e também levou cartão amarelo. Aos 9 minutos, tabela entre Gabriel Jesus e Firmino levou perigo ao gol peruano, mas não foi aproveitada.

Aos 11, Everton Cebolinha fez vários dribles em cima da zaga peruana e cruzou na cabeça de Firmino, que não aproveitou e jogou para fora. A pressão brasileira continuou, mas não intimidou o Peru, que optou por não se fechar, mesmo sem levar perigo para Alisson.

Aos 22 minutos, Zambrano fez falta violenta em Gabriel Jesus e levou cartão amarelo. Aos 24, Gabriel Jesus fez falta, levou o segundo cartão amarelo e acabou expulso, saindo inconformado de campo, empurrando e quase derrubando a cabine do VAR . A expulsão motivou os peruanos que partiram para cima. Tite tirou Firmino e colocou Richarlison. Em seguida, tirou Coutinho e colocou Éder Militão.

Aos 32, o técnico Gareca tirou Yotún e colocou Ruidiaz. Aos 38, Advincula fez falta forte em cima de Everton Cebolinha, parando o ataque brasileiro. Aos 40, saiu Carrillo para a entrada de Polo. Em seguida, aos 41, Everton Cebolinha foi trombado por Zambrano na grande área e o juiz marcou pênalti, após consultar o VAR. A cobrança coube a Richarlison, que chutou à direita de Gallese, que ainda foi na bola, mas não alcançou, chegando aos 3 x 1, levantando a torcida aos gritos de “É campeão”.

Tite ainda fez mais uma substituição, colocando Allan no lugar de Everton Cebolinha. O Peru ainda tentou uma reação, mas não havia mais tempo, com a partida terminando aos 51 minutos.

Festa e Bolsonaro

A taça foi erguida pelo capitão Daniel Alves, que a recebeu das mãos de Alejandro Domingues, presidente da Conmebol, consagrando a festa brasileira no campo e nas arquibancadas. O presidente Jair Bolsonaro participou da comemoração. Antes, logo no início da partida, ele tomou lugar na tribuna de honra. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Economia, Paulo Guedes, da Cidadania, Osmar Terra, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. O senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, também estavam presentes.

Antes da partida

Para a festa de encerramento, o campo foi coberto com uma lona colorida e um palco com o formato da América do Sul foi montado no centro do estádio. A cantora Anitta se apresentou e cantou ao lado do porto-riquenho Pedro Capó. Ao final do show, ela homenageou o cantor e compositor João Gilberto, chamando-o de mestre. 

Escalação

O Brasil jogou com: Alisson, Dani Alves, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro, Arthur, Casemiro, Philippe Coutinho (Éder Militão), Gabriel Jesus, Roberto Firmino (Richarlison) e Everton (Allan).

O Peru jogou com: Pedro Gallese, Luis Advíncula, Carlos Zambrano, Luis Abram, Miguel Trauco, Renato Tapia (Gonzales), Yoshimar Yotún (Ruidiaz), André Carrillo (Polo), Christian Cueva, Edison Flores e Paolo Guerrero.

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Ponte Preta oficializa contratação de dupla do Operário para 2020

Alô Paraná

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Foto: José Tramontin/OFEC

A Ponte Preta oficializou, na manhã desta quinta-feira, a contratação do zagueiro Alisson e do volante Índio, ambos ex-Operário-PR, para a disputa do Campeonato Paulista de 2020.

A dupla, já com pré-contrato assinado com a equipe campineira, e chegará ao Moisés Lucarelli em 3 de janeiro, data do início da pré-temporada, para integrar o elenco do técnico Gilson Kleina.

Os jogadores, logo no primeiro dia em Campinas, serão submetidos a exames clínicos e físicos. Em caso de aprovação, assinam vínculo em definitivo com o clube campineiro – Alisson até dezembro de 2020, enquanto Índio deve firmar contrato até dezembro de 2021.

Os dois são os primeiros reforços confirmados pela diretoria na montagem do grupo da próxima temporada. A tendência é de novidade nos próximos dias. O lateral-direito Apodi e os atacantes Alisson Safira, João Paulo e Zé Roberto também estão em pauta.

QUEM SÃO ELES? – Como titular, Alisson defendeu o Operário por quatro anos e faturou quatro títulos, sendo os mais marcantes a Série D (2017) e a Série C (2018). Ao todo, disputou 99 partidas pelo clube paranaense. Índio, por sua vez, esteve no Germano Kruger por três anos, também como titular, e participou dos dois últimos acessos nacionais do clube.

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Guarani vence Operário-PR com jogador a menos e encaminha permanência na Série B

Alô Paraná

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O Guarani atuou por mais de 30 minutos com um jogador a menos, durante o segundo tempo do duelo deste sábado contra o Operário-PR, mas conseguiu conter o adversário e venceu por 1 a 0, no estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, pela 36.ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Diego Cardoso marcou, de pênalti, o único gol da partida e Marcelo foi expulso aos 14 minutos da etapa final.

O resultado leva o time campineiro ao 11.º lugar, com 44 pontos, e encaminha a permanência na segunda divisão nacional, além de garantir a ultrapassagem sobre a rival Ponte Preta, que tem a mesma pontuação, mas perde por 12 a 10 no número de vitórias.

O curioso é que esta foi a oitava vitória do Guarani sob o comando do técnico Thiago Carpini com o mesmo placar: 1 a 0. Do outro lado, o Operário-PR, já sem pretensões, fica em nono lugar com 49 pontos.

O jogo começou em ritmo bastante acelerado, muito em razão da postura ofensiva adotada pelo Operário-PR nos momentos iniciais, o que surpreendeu o adversário. Índio e Rafael Chorão tiveram boas chances em pouco menos de cinco minutos de bola rolando. Apesar da surpresa, o Guarani não recuou e também foi para cima

A partida ficou aberta e oportunidades foram criadas para ambos os lados. Nas melhores, Rodrigo Viana salvou o lado paranaense ao evitar gol de Arthur, enquanto que Marcelo teve a chance de balançar a rede do Guarani e parou em Jefferson Paulino. Tudo isso aconteceu em menos de 15 minutos e logo o ritmo caiu.

Com o jogo menos movimentado, foi preciso um pênalti para tirar o zero do placar. Aos 32 minutos, o árbitro apitou ao ver falta de André Luiz – que entrou no gol após Rodrigo Viana se machucar – em Rondinelly e marcou a penalidade a favor do Guarani. Diego Cardoso converteu aos 33.

O início do segundo tempo não seguiu os moldes do primeiro e não teve grandes emoções. O Guarani entrou em campo mais recuado, na expectativa de encaixar um contra-ataque. O cenário se complicou para os donos da casa aos 14 minutos, quando Marcelo solou Maílton e foi expulso.

A partir daí, o Operário-PR se lançou ao ataque. Quatro minutos depois da expulsão, Jefferson Paulino fez grande defesa para evitar o gol após cobrança de falta de Maílton. Depois de uma ou outra investida, o time paranaense passou a ter dificuldades para encontrar espaços na defesa campineira, bem posicionada apesar da desvantagem numérica.

Agora os dois times se preparam para a disputa da 37.ª e penúltima rodada da Série B. O Operário-PR recebe o Vitória no estádio German Krüger, em Ponta Grossa (PR), às 21h30 desta terça-feira, e o Guarani joga novamente no Brinco de Ouro, desta vez contra o América-MG, a partir das 21h30 da próxima sexta.

FICHA TÉCNICA

GUARANI 1 x 0 OPERÁRIO-PR

GUARANI – Jefferson Paulino; Lenon, Bruno Silva, Luiz Gustavo e Thallyson; Marcelo, Rondinelly (Ricardinho), Arthur e Lucas Crispim; Diego Cardoso (Nando) e Davó (Deivid). Técnico: Thiago Carpini.

OPERÁRIO-PR – Rodrigo Viana (André Luiz); Maílton (Eduardo), Alisson, Rodrigo e Allan Vieira; Jardel, Índio (Felipe Alves), Marcelo e Rafael Chorão; Felipe Augusto e Lucas Batatinha. Técnico: Gerson Gusmão.

GOL – Diego Cardoso (pênalti), aos 33 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS – Arthur e Lenon (Guarani); Jardel, Lucas Batatinha, Rafael Chorão e Rodrigo (Operário-PR).

CARTÃO VERMELHO – Marcelo (Guarani).

ÁRBITRO – Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ).

RENDA – R$ 33.790,00.

PÚBLICO – 2.961 torcedores.

LOCAL – Estádio Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas (SP).

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Athletico derrota Inter por 2 a 1 e conquista Copa do Brasil

Alô Paraná

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O Athletico-PR fez história na noite desta quarta (18) ao derrotar o Internacional por 2 a 1 em pleno Estádio do Beira Rio e garantir o seu primeiro título da Copa do Brasil.

O time paranaense chegou a esta partida com vantagem, pois no primeiro jogo da decisão, realizado na Arena da Baixada, venceu por 1 a 0.

O jogo

Com a derrota em Curitiba o Internacional chegou pressionado ao jogo final da Copa do Brasil. Precisava fazer de tudo para marcar gols para sonhar com o título. E para alcançar este objetivo contava com o apoio de sua apaixonada torcida, que lotou o Beira Rio.

Assim, o Inter começa a partida se posicionando no ataque, marcando a saída de bola do time paranaense, mas dando espaços para contra-ataques.

E a primeira chance clara do time gaúcho não demorou a aparecer. O uruguaio Nico López aproveita bola escorada pelo peruano Guerrero dentro da área e finaliza com perigo com 1 minuto de bola rolando. Porém, o goleiro Santos faz bela defesa.

Mas quem balançou as redes primeiro foi o Athletico. Aos 23 minutos do primeiro tempo Rony puxa rápido contra-ataque, toca para o atacante argentino Marco Ruben, que cruza a bola para o centro da área adversária, onde Léo Cittadini domina e bate na saída do goleiro Marcelo Lomba para abrir o marcador.

Empurrado por sua apaixonada torcida o Internacional não desanima e continua pressionando o adversário. Tanto tenta que empata o placar aos 30 minutos. Após cobrança de escanteio a bola fica viva na área do time paranaense. Lindoso chega a acertar o travessão do gol de Marcelo Lomba. Mas é o uruguaio Nico López que coloca a bola no fundo da rede.

Animado com o gol de empate o Internacional aumenta a pressão, enquanto o Athletico aguarda uma boa oportunidade de contra-atacar. Mas nenhuma das equipes consegue criar chances claras, e o empate perdura até o intervalo.

Golaço no final

Tendo a necessidade de marcar mais gols para ficar com o título o técnico Odair Hellmann faz uma mudança ousada no retorno do intervalo, tira o meia Patrick e coloca o atacante Rafael Sóbis.

E a primeira chance clara do Inter na etapa final sai justamente dos pés do atacante. Aos 8 minutos ele cobra falta da intermediária com muita força. Mas o goleiro Santos consegue defender.

Aos 10 minutos Sóbis cria uma nova oportunidade. Ele recebe na esquerda após cobrança de escanteio e cruza com perigo para a área do Athletico, onde o zagueiro Victor Cuesta cabeceia para fora.

Mas após esta pressão inicial o time paranaense começa a administrar a vantagem, mantendo o Inter distante da sua área.

A estratégia do time paranaense funciona, e a equipe gaúcha passa a criar muito pouco. Já o Athletico fica à espera de uma oportunidade de contra-atacar em velocidade.

E aos 46 minutos o Athletico tem a chance mais clara do segundo tempo até então. Rony avança sozinho pela esquerda e toca para o meio da área, onde está Marcelo Cirino. Mas Edenílson consegue cortar e impedir um gol certo.

Mas aos 51 minutos não tem jeito. Marcelo Cirino recebe na esquerda, dá um lindo drible de costas em Edenílson e toca para Rony, que apenas escora a bola para o fundo da rede do gol de Marcelo Lomba. Golaço para confirmar o título.

Título inédito

Com a vitória de 2 a 1 o Athletico vence pela primeira vez a Copa do Brasil. A equipe já havia tido a oportunidade de ficar com o título em 2013, mas acabou sendo derrotada na decisão pelo Flamengo. Mas diante do Internacional a história é diferente. E o final é feliz.

Ficha técnica:

INTERNACIONAL 1 X 2 ATHLETICO-PR

Competição: Copa do Brasil (final).

Local: Beira Rio, Porto Alegre.

Juiz: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO).

Internacional: Marcelo Lomba; Bruno (Nonato), Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Uendel; Rodrigo Lindoso, Edenílson e Patrick (Rafael Sóbis); Nico López, Paolo Guerrero e Wellington Silva (Guilherme Parede). Técnico: Odair Hellmann.

Athletico-PR: Santos; Khellven (Madson), Robson Bambu, Léo Pereira e Márcio Azevedo; Wellington, Léo Cittadini (Lucho González), Bruno Guimarães e Nikão; Rony e Marco Ruben (Marcelo Cirino). Técnico: Tiago Nunes.

Gols: No primeiro tempo: Léo Cittadini (23) e Nico López (30). No segundo tempo: Rony (51).

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