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Paraná

Ave resgatada tem penas transplantadas no Paraná

Alô Paraná

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Em Foz do Iguaçu(PR), uma ave da espécie araçari-castanho, resgatada pela Policia Ambiental, recebeu um transplante de asas pelos veterinários do Parque das Aves.

A diretora do parque, Paloma Bosso, revela que o animal tinha as penas das asas cortadas. “Vimos que esse pássaro estava com as penas cortadas e que ele deveria estar há um tempo com alguém que, possivelmente, cortou as asas para manter a ave presa, restringindo o vôo.”

Araçari-castanho – Divulgação Parque das Aves

O implante de penas é uma técnica antiga utilizada principalmente em centros de reabilitação e na falcoaria – arte de adestrar falcões. O transplante só foi possível porque havia penas de um pássaro da mesma espécies no banco de penas do parque.

“Este araçari-castanho, a partir de agora, será um novo cidadão do Parque das Aves, onde poderá interagir com outros da mesma espécie, e de outras”, comenta Paloma.

Com 25 anos de atuação e 230 colaboradores, o Parque das Aves é a única instituição do mundo focada na conservação de aves da Mata Atlântica. Possui 16 hectares de mata restaurada, 1.400 aves de 140 espécies diferentes, com três viveiros de imersão e um borboletário. O Parque das Aves recebe 830 mil visitantes por ano, sendo o atrativo mais visitado de Foz do Iguaçu depois das Cataratas.

Animal silvestre não é pet

O relatório Crueldade à Venda, apresentado pela ONG Proteção Animal Mundial, mostra que mais de 37 milhões de aves são criadas em cativeiros no Brasil.

O estudo faz parte da campanha ‘Animal silvestre não é pet’. “A população precisa entender que animais silvestres não devem ser mantidos como bichos de estimação. Diferente de cães e gatos, esses animais não passaram pelo processo de domesticação e apresentam características naturais incompatíveis com a vida em cativeiro, o que gera um enorme sofrimento para eles”, explica o gerente de Vida Silvestre da Proteção Animal Mundial, Roberto Vieto.

Paloma Bosso destaca que manter animais silvestres em casa sem autorização colabora para o tráfico de animais. “No nosso país, infelizmente, muitas pessoas ainda contribuem de maneira direta ou indireta com o tráfico de animais. Tucano e araçari-castanho são espécies muito visadas no tráfico de animais. Há pessoas que capturam esses animais quando são filhotes ou capturam os ovos na natureza e mantêm esses animais em casas de maneira ilegal”, revela.

A pesquisa também revelou que 46% dos brasileiros compram animais silvestres de maneira impulsiva, o que demonstra uma decisão baseada em falsa expectativa e que pode comprometer o bem-estar da espécie e gerar sofrimento ao animal.

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Campos Gerais

Governo do Paraná apresenta oportunidades do Parque de Vila Velha

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A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo promoveu nessa terça e quarta-feira (13 e 14), em São Paulo e Curitiba, respectivamente, roadshows (exposições itinerantes) para apresentar o projeto de concessão e as oportunidades de negócio do Parque Estadual de Vila Velha em relação à natureza, ao turismo e à economia. O público-alvo são investidores.

“O Governo do Paraná tem um olhar diferenciado para o turismo, um negócio que deve gerar emprego, renda e melhorar a qualidade de vida das pessoas, e isso é possível fazer também cuidando do meio ambiente”, disse o secretário estadual Márcio Nunes.

“Temos muitas belezas naturais e podemos transformar o nosso Estado em oportunidade para o turismo”, complementa o vice-governador Darci Piana.

O objetivo da concessão de uso é melhorar os atrativos e estruturas do parque para que o número de visitantes volte a aumentar. Muitas estruturas estão desativadas ou poderiam ser mais exploradas. “Temos que acreditar na iniciativa privada. Os parques mais organizados do mundo são os que a iniciativa privada cuida”, destacou o presidente da Paraná Turismo, Jacob Mehl.

OPORTUNIDADES – Os interessados poderão investir em atrativos como balonismo, arvorismo, fotografia de natureza, caminhadas, campo de desafios, cicloturismo/mountain bike, observação da vida selvagem, acampamento/glamping. Outras opções são eventos (técnicos, religiosos, esportivos, lazer), flutuação (Lagoa Dourada), alimentação, espaços interativos, museu, rapel, elevador Furnas e hospedagem, em hotel, pousada, hostel e glamping.

De acordo com o diretor técnico da Paraná Turismo e coordenador do Grupo de Trabalho da Concessão, Rafael Andreguetto, a região dos Campos Gerais é rica em cultura, natureza e possui grandes empresas. “A região como um todo deve ser observada porque pode influenciar o crescimento dos negócios do parque”, explica.

Segundo o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Aristides Athayde, as pessoas devem ter a experiência em meio à natureza. “Nós só conservamos aquilo que conhecemos, por isso temos que criar esses atrativos e oportunidades. Com a concessão de uso teremos mais tempo para investir em biodiversidade e pesquisa”, continua.

O assessor técnico da diretoria do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema-RN), Marcelo Maranhão Cardoso, participou do encontro em Curitiba e disse que o modelo de concessão de uso de Vila Velha pode possibilitar mecanismos semelhantes nas Unidades de Conservação do Rio Grande do Norte. “A concessão trará muitas vantagens para a sociedade e para o empreendedorismo no Estado do Paraná”, diz.

PRÓXIMOS PASSOS – Nessa quinta-feira (15) será realizada audiência pública no Sebrae de Ponta Grossa para apresentação do projeto de concessão de uso para o público em geral. A Consulta Pública está aberta no site da secretaria até 20 de agosto e o edital será publicado em 5 de setembro.

CONCESSÃO – O Estado vai conceder área do parque pré-estabelecida à iniciativa privada para que desenvolva atividades de uso público e turismo, visando a melhoria da qualidade de visitação aos atrativos da unidade. O IAP continuará o órgão administrador, responsável pela política pública do local e por monitorar se a gestão obedece o plano de manejo.

GRUPO DE TRABALHO – O Grupo de Trabalho para a concessão é formado por técnicos da secretaria estadual, IAP, Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná (ITCG), Instituto das Águas do Paraná e Paraná Turismo.

PRESENÇAS – Participaram dos eventos representantes da Sociedade Civil Campineira (Socicam), Buraco do Padre, Eco Jordão, Ecoparque Brasil, Parquetur, Instituto Semeia, Instituto Idestra, Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema-RN), Adetur Litoral, SuccesPar, Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), Ecoturismo e Viagens, Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), Curitiba Turismo, Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Fundação João José Bigarella (Funabi), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), Associação de Moradores de Vila Velha, entre outros.

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Paraná

Tecpar certifica 30 empresas de transporte e armazenamento

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A busca pela excelência e satisfação do cliente motivou 30 empresas da área de transporte e armazenamento a buscar os serviços do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). São instituições que receberam, entre 2017 e 2019, a certificação ISO 9001:2015 − norma internacional que trabalha a gestão de qualidade das empresas. O documento é emitido pelo Tecpar Certificação, divisão do instituto que oferece ao mercado certificação de produtos e sistemas há mais de 20 anos.

De acordo com a gerente da unidade, Tania Carvalho, a ISO 9001 é a norma de sistemas de gestão mais utilizada mundialmente, sendo a referência internacional para a Certificação de Sistemas de Gestão da Qualidade.

“Esta certificação é fundamental para organizações que desejam comprovar sua eficiência em fornecer produtos e serviços que atendam aos requisitos legais e regulatórios. Ela pode ser requerida por qualquer empresa pública ou privada, independentemente de seu ramo de atividade, setor ou porte”, diz Tania.

Atualmente, o Tecpar Certificação é acreditado para oferecer certificações pela ISO 9001 em 22 ramos de atividades, de todo o território nacional.

O diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado, destaca que o Tecpar Certificação é uma das áreas de atuação do instituto para apoiar as empresas paranaenses e brasileiras. “Ao sermos contratados para certificar os procedimentos das empresas, conferimos qualidade aos serviços oferecidos. Desta forma, contribuímos para o aumento de valor agregado do que é produzido no Paraná e no Brasil”, pontua.

EXPERIÊNCIA – No Paraná, uma das empresas com certificados válidos pela ISO 9001 na área de transportes e armazenamento é a Potencial Petróleo Ltda, distribuidora de combustíveis sediada em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

A responsável pelo Sistema de Gestão da distribuidora, Marlene Luiz Padilha, conta que a parceria com o Tecpar iniciou em 2000, por meio da indicação de outra empresa. “Quando procuramos um órgão certificador buscávamos uma empresa conceituada no mercado de certificações, profissionais qualificados, bem como custos e benefícios”, salienta.

Após a primeira certificação vieram auditorias de manutenção, recertificações, mudanças e atualizações de normas. Desde o contrato inicial, a empresa já renovou a certificação seis vezes. “Isso reforçou ainda mais o crédito do órgão certificador, dos profissionais que nos auditaram, que têm uma bagagem de conhecimento que nos oferece a garantia de que estamos indo pelo caminho certo, em busca do melhor”, enfatiza.

Para a gestora, a certificação ISO 9001 é fundamental para aumentar a confiança do cliente e a capacidade da empresa em fornecer produtos e serviços em conformidade com requisitos pré-estabelecidos, tornando-se um diferencial no segmento em que atua.

TECPAR CERTIFICAÇÃO – É a divisão do instituto responsável pela certificação de produtos e sistemas e atua desde 1997 em todo o Brasil.

Entre os produtos que podem ser certificados estão componentes elétricos e de telecomunicações, eletrodomésticos, produtos orgânicos, cadeia de custódia, embalagens de papel para cimento e unidades armazenadoras.

Em sistemas, o instituto certifica Sistema de Gestão da Qualidade (NBR ISO 9001), Sistema de Gestão Ambiental (NBR ISO 14001), Conformidade SiAC pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H), Life (Avaliação dos impactos à biodiversidade por parte da organização), Sistema de Gestão de Saúde e Segurança Ocupacional (OHSAS 18001) e Avaliação de Segurança, Saúde, Meio Ambiente e Qualidade (SASSMAQ – Módulo Rodoviário).

Empresas interessadas na certificação ISO 9001 podem entrar em contato com o Tecpar Certificação pelo site http://www.tecpar.com.br.

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Paraná

Ecorodovias firma acordo de leniência com MPF no Paraná

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A Ecorodovias Infraestrutura e Logística e sua controlada direta Ecorodovias Concessões e Serviços (ECS) celebraram, nesta segunda-feira, acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF), juntamente com a Concessionárias do Paraná (Concessionária Ecovia Caminho do Mar – Ecovia) e a Rodovia das Cataratas (Ecocataratas). O acordo será levado à homologação da 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF e da Justiça Federal de Curitiba.

Pelo acordo, a Ecorodovias Infraestrutura e Logística ou a ECS se comprometeram a pagar o valor de R$ 30 milhões a título de multa; a Ecovia se comprometeu a arcar com R$ 20 milhões de obras e R$ 100 milhões de redução tarifária; e a Ecocataratas, a arcar com R$ 130 milhões de obras e R$ 120 milhões de redução tarifária.

“A redução da tarifa de pedágio se dará em favor dos usuários de todas as praças de pedágio operadas pelas Concessionárias do Paraná na razão de 30% por, pelo menos, 12 meses. Adicionalmente, o acordo de leniência exige a adoção de outras medidas de aprimoramento de controles internos”, afirma a Ecorodovias, em fato relevante divulgado.

A empresa explica que, em contrapartida, haverá o encerramento, por parte do MPF, dos procedimentos de natureza criminal e das discussões de natureza cível, inclusive em relação a atos de improbidade contra a companhia e suas controladas, bem como a concordância do MPF para a utilização dos valores compreendidos no acordo de leniência para compensar eventuais pagamentos que a companhia, o ECS e as Concessionárias do Paraná venham a realizar em relação a eventuais ações propostas por autoridades governamentais acerca de fatos tratados no acordo.

“O MPF deverá desistir do pedido de bloqueio de bens (Arresto nº 5008589- 29.2019.4.04.7000) na ação penal nº 5003165-06.2019.4 04.7000. O MPF, ainda, se compromete a concordar com a utilização dos valores compreendidos no acordo de leniência para compensação na Ação Civil Pública nº 5035770-05.2019.4.04 7000/PR (ACP)”, diz a companhia.

A Ecorodovias afirma ainda que, recentemente, tomou conhecimento, de forma espontânea, que a ACP foi ajuizada pelo Estado do Paraná e o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (DER/PR) em face da companhia, da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), da Ecovia e da ECS.

“Na ACP questiona-se, dentre outros assuntos, a validade do processo licitatório e demais atos modificativos subsequentes da Concorrência Pública Internacional nº 006/1995 e do Contrato de Concessão nº 076/1997, firmado com a Ecovia, requerendo-se, também, indenização ao Estado do Paraná, bem como a imposição das sanções previstas no artigo 19, incisos I, II e III da Lei nº 12.846/2013 à Ecovia e ABCR”, destaca.

Segundo a Ecorodovias, até o presente momento, a companhia, a ECS e a Ecovia não foram citadas para apresentar contestação na ACP.

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