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Futebol

Athletico derrota Inter por 2 a 1 e conquista Copa do Brasil

Alô Paraná

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O Athletico-PR fez história na noite desta quarta (18) ao derrotar o Internacional por 2 a 1 em pleno Estádio do Beira Rio e garantir o seu primeiro título da Copa do Brasil.

O time paranaense chegou a esta partida com vantagem, pois no primeiro jogo da decisão, realizado na Arena da Baixada, venceu por 1 a 0.

O jogo

Com a derrota em Curitiba o Internacional chegou pressionado ao jogo final da Copa do Brasil. Precisava fazer de tudo para marcar gols para sonhar com o título. E para alcançar este objetivo contava com o apoio de sua apaixonada torcida, que lotou o Beira Rio.

Assim, o Inter começa a partida se posicionando no ataque, marcando a saída de bola do time paranaense, mas dando espaços para contra-ataques.

E a primeira chance clara do time gaúcho não demorou a aparecer. O uruguaio Nico López aproveita bola escorada pelo peruano Guerrero dentro da área e finaliza com perigo com 1 minuto de bola rolando. Porém, o goleiro Santos faz bela defesa.

Mas quem balançou as redes primeiro foi o Athletico. Aos 23 minutos do primeiro tempo Rony puxa rápido contra-ataque, toca para o atacante argentino Marco Ruben, que cruza a bola para o centro da área adversária, onde Léo Cittadini domina e bate na saída do goleiro Marcelo Lomba para abrir o marcador.

Empurrado por sua apaixonada torcida o Internacional não desanima e continua pressionando o adversário. Tanto tenta que empata o placar aos 30 minutos. Após cobrança de escanteio a bola fica viva na área do time paranaense. Lindoso chega a acertar o travessão do gol de Marcelo Lomba. Mas é o uruguaio Nico López que coloca a bola no fundo da rede.

Animado com o gol de empate o Internacional aumenta a pressão, enquanto o Athletico aguarda uma boa oportunidade de contra-atacar. Mas nenhuma das equipes consegue criar chances claras, e o empate perdura até o intervalo.

Golaço no final

Tendo a necessidade de marcar mais gols para ficar com o título o técnico Odair Hellmann faz uma mudança ousada no retorno do intervalo, tira o meia Patrick e coloca o atacante Rafael Sóbis.

E a primeira chance clara do Inter na etapa final sai justamente dos pés do atacante. Aos 8 minutos ele cobra falta da intermediária com muita força. Mas o goleiro Santos consegue defender.

Aos 10 minutos Sóbis cria uma nova oportunidade. Ele recebe na esquerda após cobrança de escanteio e cruza com perigo para a área do Athletico, onde o zagueiro Victor Cuesta cabeceia para fora.

Mas após esta pressão inicial o time paranaense começa a administrar a vantagem, mantendo o Inter distante da sua área.

A estratégia do time paranaense funciona, e a equipe gaúcha passa a criar muito pouco. Já o Athletico fica à espera de uma oportunidade de contra-atacar em velocidade.

E aos 46 minutos o Athletico tem a chance mais clara do segundo tempo até então. Rony avança sozinho pela esquerda e toca para o meio da área, onde está Marcelo Cirino. Mas Edenílson consegue cortar e impedir um gol certo.

Mas aos 51 minutos não tem jeito. Marcelo Cirino recebe na esquerda, dá um lindo drible de costas em Edenílson e toca para Rony, que apenas escora a bola para o fundo da rede do gol de Marcelo Lomba. Golaço para confirmar o título.

Título inédito

Com a vitória de 2 a 1 o Athletico vence pela primeira vez a Copa do Brasil. A equipe já havia tido a oportunidade de ficar com o título em 2013, mas acabou sendo derrotada na decisão pelo Flamengo. Mas diante do Internacional a história é diferente. E o final é feliz.

Ficha técnica:

INTERNACIONAL 1 X 2 ATHLETICO-PR

Competição: Copa do Brasil (final).

Local: Beira Rio, Porto Alegre.

Juiz: Wilton Pereira Sampaio (Fifa/GO).

Internacional: Marcelo Lomba; Bruno (Nonato), Rodrigo Moledo, Victor Cuesta e Uendel; Rodrigo Lindoso, Edenílson e Patrick (Rafael Sóbis); Nico López, Paolo Guerrero e Wellington Silva (Guilherme Parede). Técnico: Odair Hellmann.

Athletico-PR: Santos; Khellven (Madson), Robson Bambu, Léo Pereira e Márcio Azevedo; Wellington, Léo Cittadini (Lucho González), Bruno Guimarães e Nikão; Rony e Marco Ruben (Marcelo Cirino). Técnico: Tiago Nunes.

Gols: No primeiro tempo: Léo Cittadini (23) e Nico López (30). No segundo tempo: Rony (51).

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Operário vence e deixa o Guarani na lanterna da Série B

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Foto: José Tramontin/OFEC

Na noite desta terça-feira (20), no estádio Germano Krüger, o Guarani viu a situação desesperadora piorar ao ser derrotado pelo Operário-PR, por 1 a 0, com gol de Cleyton, aos 20 minutos do primeiro tempo, em duelo válido pela 17ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro

Com o resultado, o time de Ponta Grossa (PR) chega à terceira vitória nos últimos quatro jogos, agora na primeira parte da tabela, com 24 pontos. O clube bugrino, por sua vez, amarga o terceiro revés consecutivo e se afunda ainda mais na lanterna, com apenas 13 pontos.

Com maior posse, o Guarani foi relativamente superior no início e criou duas oportunidades. A mais clara saiu dos pés de Vitor Feijão, antes dos 60 segundos, defendida por André Luiz. Sem sucesso na frente, time visitante viu o Operário, aos 20 minutos, abrir o marcador com Cleyton, na segunda finalização ao gol de Klever. O atacante se antecipou ao zagueiro Ferreira e, de chapa, deslocou o goleiro bugrino.

Em desvantagem, a equipe bugrina teve o nervosismo como outro adversário e acumulou três cartões amarelos em dez minutos. Sem ímpeto ofensivo e criatividade nula, campineiros foram engolidos pelo clube paranaense, que poderia ter construído maior vantagem graças às chances nascidas pela ala esquerda, aproveitando-se da fragilidade de Bruno Souza e Ferreira. 

Na etapa complementar, com um a mais em campo desde os 13 minutos, graças à expulsão do zagueiro Lázaro, clube paulista dominou a posse de bola e chegou com perigo em cobrança de falta de Vitor Feijão, defendida por André Luiz, e em arremate de longe de Michel Douglas.

O clube mandante tinha no contra-ataque a arma para matar o jogo O lateral-direito Maílton, por pouco, garantiu os três pontos, em arrancada fulminante. A finalização acertou a trave e, na sobra, Klever fechou o ângulo e espalmou para escanteio. Nos instantes finais, o Guarani, mais na base do abafa e sem inspiração, tentou empatar, mas sem sucesso.

Os dois times voltam a campo no fim de semana. O Operário visita o Vitória, sábado, no Barradão, às 16h30. O Guarani enfrenta o América-MG, no domingo, no Independência, às 11h.

FICHA TÉCNICA:

OPERÁRIO 1 x 0 GUARANI

OPERÁRIO – André Luiz; Maílton, Lázaro, Rodrigo e Allan Vieira; Jardel (Chicão), Índio e Marcelo; Cleyton, Felipe Augusto (Cléo Silva) e Lucas Batatinha (Edson Borges). Técnico: Gérson Gusmão

GUARANI – Kléver; Bruno Souza, Ferreira, Luiz Gustavo e Thallyson; Deivid (Igor Henrique), Ricardinho, Vítor Feijão (Marquinhos) e Bady (Eder Luis); Davó e Michel Douglas. Técnico: Roberto Fonseca.

GOL – Cleyton, aos 20 minutos do primeiro tempo.

CARTÕES AMARELOS – Allan Vieira (Operário); Thallyson, Deivid, Ricardinho (Guarani).

CARTÃO VERMELHO – Lázaro (Operário).

ÁRBITRO – Douglas Schwengber da Silva (RS).

RENDA – R$ 52.155,00.

PÚBLICO – 4.383 pagantes.

LOCAL – Estádio Germano Krüger, em Ponta Grossa (PR).

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Athletico-PR goleia time japonês e fatura título da Copa Levain

Alô Paraná

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O Athletico-PR se sagrou campeão da Copa Levain, antiga Copa Suruga, na manhã desta quarta-feira (noite no horário local), no Japão. A equipe brasileira faturou o troféu ao golear o Shonan Bellmare por 4 a 0, no maior placar da disputa, que está em sua 12ª edição. 

A Copa Levain, definida em apenas um jogo, reúne o campeão da Copa Sul-Americana e o atual vencedor da Copa da Liga Japonesa, em uma parceria entre a Conmebol e a Federação de Futebol do Japão. Se ainda não conta com maior prestígio, o torneio rende ao vencedor o prêmio de US$ 900 mil, equivalente a R$ 3,5 milhões. 

O Athletico-PR embolsou este valor ao fazer boa exibição nesta quarta. Sem maiores problemas, o time comandado pelo técnico Tiago Nunes dominou o primeiro tempo e abriu o placar aos 40 minutos. Wellington cruzou na área e Marcelo Cirino escorou de cabeça para as redes. 

No segundo tempo, a vitória foi encaminhada aos 10 minutos, quando Rony dominou a bola no peito e acertou belo chute. O segundo gol da partida coroou a grande atuação que o jogador vinha fazendo desde o apito inicial. Seis minutos depois, Thonny Anderson também balançou as redes e ampliou a vantagem dos visitantes. 

Por fim, Braian Romero sacramentou a vitória e a goleada ao finalizar na saída do goleiro japonês, aos 38 minutos. Foi o segundo título conquistado pelo Athletico neste ano. Antes, levantara o troféu do Campeonato Paranaense.

Em seu retorno ao Brasil, o time de Tiago Nunes terá pela frente o Botafogo no domingo, no Engenhão, pela 14ª rodada. A equipe de Curitiba está com um jogo a menos na tabela porque não entrou em campo no fim de semana para enfrentar o São Paulo justamente para poder viajar até o Japão – a partida foi remarcada para o dia 21, na Arena da Baixada.

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Brasil confirma favoritismo e vence Copa América contra o Peru

Alô Paraná

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Deu a lógica do futebol na final entre Brasil e Peru, com a Seleção Canarinho sagrando-se campeã da Copa América, vencendo por 3 x 1. A partida, neste domingo (7), foi emocionante desde os primeiros minutos de jogo, com as seleções brasileira e peruana duelando em pé de igualdade, com superioridades técnica e individual do Brasil recebendo combate com garra e disposição por parte do Peru.

A partida iniciou após um minuto de silêncio em homenagem ao músico João Gilberto, falecido ontem. Logo no início, aos 2 minutos de jogo, o juiz marcou uma falta para o Peru, batida por Cueva com perigo, no canto inferior direito de Alisson, com a bola indo para fora. Aos 5 minutos, um ataque do Peru foi parado com falta em cima de Guerrero. A tática peruana foi partir para cima do Brasil, tentando manter os brasileiros em sua defesa. Mas a estratégia abriu espaço para o Brasil, que foi acertou passes e levou perigo ao goleiro Gallese.

A partir dos 12 minutos, o domínio passou a ser brasileiro, invertendo o jogo e mantendo o Peru em seu campo de defesa e forçando ao erro o time de Ricardo Gareca. Até que aos 14 minutos, um passe de Gabriel Jesus encontrou Everton Cebolinha, que colocou nas redes, sem chances para Gallese.

O gol brasileiro desestabilizou o time peruano, que passou a errar passes e demonstrar nervosismo em campo. Aos 24 minutos, Coutinho recebeu de Firmino e chutou com perigo, com a bola passando próxima à trave. Aos 30, Gabriel Jesus fez falta de ataque e recebeu cartão amarelo. Aos 34, passe de Firmino cabeceou por cima do gol, mas o assistente já havia marcado impedimento.

A partir dos 36, o time peruano conseguiu se reorganizar em campo e passou a atacar o gol de Alisson, mas sem maior perigo. Até que aos 41, a bola toca o braço esquerdo de Thiago Silva dentro da área e o juiz marca pênalti, após conferir o VAR (árbitro de vídeo). Guerrero bateu colocado no canto esquerdo de Alisson, que pulou para o lado errado.

Mas a alegria peruana só durou até os 47 minutos, com gol de Gabriel Jesus recebendo de Arthur e tocando rasteiro no canto direito de Gallese.

Segundo tempo

Logo a 1 minuto da segunda etapa, o Brasil começou atacando e conseguiu um escanteio, sem levar perigo ao gol peruano. Aos 3 minutos, Tapia parou ataque do Brasil fazendo carga contra Coutinho e levando cartão amarelo. Aos 7 minutos, Thiago Silva fez falta sobre Cueva e também levou cartão amarelo. Aos 9 minutos, tabela entre Gabriel Jesus e Firmino levou perigo ao gol peruano, mas não foi aproveitada.

Aos 11, Everton Cebolinha fez vários dribles em cima da zaga peruana e cruzou na cabeça de Firmino, que não aproveitou e jogou para fora. A pressão brasileira continuou, mas não intimidou o Peru, que optou por não se fechar, mesmo sem levar perigo para Alisson.

Aos 22 minutos, Zambrano fez falta violenta em Gabriel Jesus e levou cartão amarelo. Aos 24, Gabriel Jesus fez falta, levou o segundo cartão amarelo e acabou expulso, saindo inconformado de campo, empurrando e quase derrubando a cabine do VAR . A expulsão motivou os peruanos que partiram para cima. Tite tirou Firmino e colocou Richarlison. Em seguida, tirou Coutinho e colocou Éder Militão.

Aos 32, o técnico Gareca tirou Yotún e colocou Ruidiaz. Aos 38, Advincula fez falta forte em cima de Everton Cebolinha, parando o ataque brasileiro. Aos 40, saiu Carrillo para a entrada de Polo. Em seguida, aos 41, Everton Cebolinha foi trombado por Zambrano na grande área e o juiz marcou pênalti, após consultar o VAR. A cobrança coube a Richarlison, que chutou à direita de Gallese, que ainda foi na bola, mas não alcançou, chegando aos 3 x 1, levantando a torcida aos gritos de “É campeão”.

Tite ainda fez mais uma substituição, colocando Allan no lugar de Everton Cebolinha. O Peru ainda tentou uma reação, mas não havia mais tempo, com a partida terminando aos 51 minutos.

Festa e Bolsonaro

A taça foi erguida pelo capitão Daniel Alves, que a recebeu das mãos de Alejandro Domingues, presidente da Conmebol, consagrando a festa brasileira no campo e nas arquibancadas. O presidente Jair Bolsonaro participou da comemoração. Antes, logo no início da partida, ele tomou lugar na tribuna de honra. Bolsonaro estava acompanhado dos ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Economia, Paulo Guedes, da Cidadania, Osmar Terra, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. O senador Flávio Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, também estavam presentes.

Antes da partida

Para a festa de encerramento, o campo foi coberto com uma lona colorida e um palco com o formato da América do Sul foi montado no centro do estádio. A cantora Anitta se apresentou e cantou ao lado do porto-riquenho Pedro Capó. Ao final do show, ela homenageou o cantor e compositor João Gilberto, chamando-o de mestre. 

Escalação

O Brasil jogou com: Alisson, Dani Alves, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro, Arthur, Casemiro, Philippe Coutinho (Éder Militão), Gabriel Jesus, Roberto Firmino (Richarlison) e Everton (Allan).

O Peru jogou com: Pedro Gallese, Luis Advíncula, Carlos Zambrano, Luis Abram, Miguel Trauco, Renato Tapia (Gonzales), Yoshimar Yotún (Ruidiaz), André Carrillo (Polo), Christian Cueva, Edison Flores e Paolo Guerrero.

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